Arte dos povos indígenas do Rio Negro é destaque em São Paulo

Em 30 de abril, a arte dos povos indígenas do Rio Negro estará em evidência no evento “Indígena, ancestral e feminina: a arte do Rio Negro que é patrimônio do Brasil”. A ação será realizada na Bemglô (rua Oscar Freire, 1105, em São Paulo), espaço dedicado a produtos sustentáveis, que tem como sócios Gloria Pires, Orlando Morais e Betty Prado.

Programada para acontecer entre 11h e 17h, a iniciativa é promovida por Bemglô, Instituto Socioambiental (ISA), rede Origens Brasil® e Tucum.

O evento permitirá aos visitantes conhecer e adquirir produtos do Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro (conjunto de práticas e saberes milenares dos povos locais, reconhecido em 2010 como patrimônio imaterial do Brasil) e cerâmicas produzidas pelos povos Tukano e Baniwa. Parte de uma tradição milenar, as obras são feitas por mulheres e têm ligações profundas com a floresta e o sagrado.

Participantes podem apreciar a arte indígena, feminina e ancestral das cerâmicas Baniwa e Tukano (Fotos: Divulgação / Tucum Brasil)

As relações comerciais que levam as cerâmicas até os consumidores ocorrem no âmbito da rede Origens Brasil®, administrada pelo Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola) e composta por empresas, povos indígenas e populações tradicionais, instituições de apoio e organizações comunitárias, com o objetivo de promover negócios que contribuam com o bem-viver dos povos da floresta e a conservação da Amazônia. Tanto as empresas e organizações que participam do encontro são membros da rede Origens Brasil®.

O evento também será palco do pré-lançamento dos livros de bolso Cerâmica Tukano e Cerâmica Baniwa, realizados em parceria entre a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn) e o ISA, com apoio de União Europeia e Nia Tero.

Roda de conversa

Além disso, os participantes poderão acompanhar uma roda de conversas para abordar temas ligados à cultura e aos produtos da Amazônia, das 15h às 16h, com André Baniwa, Adriana Rodrigues, Amanda Santana e Patrícia Cota Gomes. André Baniwa é vice-presidente da Organização Indígena da Bacia do Içana (Oibi), liderança do povo Baniwa, além de empreendedor social e escritor.

A historiadora e pesquisadora dos temas política de patrimônio imaterial, sistema agrícola tradicional quilombola e tecnociência solidária, Adriana Rodrigues, atua como analista de pesquisa no Instituto Socioambiental (ISA) na área da economia da sociobiodiversidade e políticas públicas alimentares. Também participante da roda de conversa Amanda Santana é sócia-fundadora e diretora criativa da Tucum Brasil e atua como indigenista há 10 anos, auxiliando no desenvolvimento das cadeias produtivas do artesanato junto às comunidades e organizações indígenas do Brasil.

Patrícia Cota Gomes, engenheira florestal com mestrado em gestão de florestas tropicais, é gerente no Imaflora (onde atua há 21 anos) e na rede Origens Brasil®, também estará no encontro. Nos últimos anos, Patrícia tem trabalhado na articulação de pessoas e de soluções que ajudam a valorizar a Amazônia de pé e os povos da floresta.

Realizadores

A iniciativa é promovida por Bemglô, Instituto Socioambiental (ISA), rede Origens Brasil® e Tucum. A Bemglô é uma plataforma colaborativa, criada a partir da sociedade de Orlando Morais, Glória Pires e Betty Prado, que compartilha produtos que contam a história de quem faz, chamada carinhosamente de Rede do Bem. Uma Rede que conecta talentos, criatividade e saberes ancestrais, oferecendo produtos dentro da filosofia do Comércio Justo, nos segmentos de artesanato brasileiro, cosmética natural, design e moda consciente, além da gastronomia da floresta.

O Instituto Socioambiental (ISA), uma organização da sociedade civil brasileira, sem fins lucrativos, desde 1994, atua na proposição de soluções integradas para questões sociais e ambientais com foco central na defesa de bens e direitos sociais, coletivos e difusos relativos ao meio ambiente, ao patrimônio cultural, aos direitos humanos e dos povos.

A rede Origens Brasil® surgiu em 2016, a partir de uma iniciativa entre produtores da floresta, o Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola) e o ISA (Instituto Socioambiental). O Origens Brasil® é reconhecido e respeitado por seu fomento à economia local dos produtores da Amazônia.

E a Tucum, plataforma das Artes Indígenas do Brasil, desde 2013, integra o grupo de realizadores do evento. A Tucum apoia comunidades, artistas e iniciativas de mais de 50 povos indígenas na estruturação, logística, comunicação e comercialização de suas artes.

Serviço
Onde
: R. Oscar Freire, 1105 – Jardim Paulista, São Paulo – SP
Quando: 30 de abril, das 11h às 16h

Fotos: Divulgação / Tucum Brasil

Hora do Planeta é muito mais que apagar luzes, é restauração da natureza e conexão com o meio ambiente

Pela terceira vez consecutiva e ainda no contexto da pandemia, a Hora do Planeta – ação realizada pela Rede WWF – terá formato digital. É neste sábado, 26 de março, com programação a partir das 17h30, até chegar a Hora do Planeta, das 20h30 às 21h30 (horas de Brasília). Este ano, o tema é #ConstruaNossoFuturo.

A programação digital contará com a participação de convidados e temas do nosso dia a dia, incluindo debates, um jogo – ao vivo – de perguntas e respostas e peça de teatro criada com exclusividade para a ação.

As atividades da Hora do Planeta começaram mais cedo, nos dias 22 e 23 de março, com o Cinedebate Amazônia Criadora, mediado pela jornalista, cineasta e diretora-executiva da Negritar Filmes e Produções, Joyce Cursino.

O Cinedebate Amazônia Criadora deriva do edital Amazônia Criadora, lançado pelo WWF-Brasil para inspirar pessoas a contar as histórias dos modos de viver e crescer que promovem equilíbrio entre as pessoas e a natureza. Oito coletivos de comunicação da Amazônia foram apoiados para contarem histórias de uma Amazônia que não precisa ser desmatada para crescer.

Mesa Restauração de Ecossistemas

Às 17h30, com a participação de especialistas e pessoas que atuam no seu dia a dia com o processo de restauração, o debate visa apontar a construção de um presente e um futuro em harmonia com a natureza. Para isso, a mesa vai apresentar histórias reais de coletivos que se dedicam à restauração em suas regiões e discutir como os resultados influenciam não apenas o contexto local.

Participam do debate Marcelle Souza, da WWF-Brasil, como mediadora; Alice Pataxó, comunicadora e ativista indígena; Flávia Balderi, do projeto Copaíba; e Ana Rosa Cyrus, do Engajamundo.

Gameshow

Às 18h30, será hora de testar os conhecimentos sobre vários temas ambientais. E fazer parte de uma trama para descobrir os envolvidos numa conspiração misteriosa, que vai apontar os maiores desafios ambientais. É o jogo interativo que terá artistas participando do desafio e respondendo sobre temas socioambientais e os caminhos possíveis para superarmos os desafios ambientais da atualidade.

Participam do gameshow o humorista Bruno Motta, a historiadora e ativista Keilla Vila Flor, e a ativista indígena Tukimã Pataxó.

Peça de teatro

Às 19h, para fechar a terceira edição do Festival Digital, tem participação especial do Improclube, coletivo teatral de improviso que apresentará um espetáculo autoral e interativo. Inspirado na dinâmica do clássico jogo do detetive, a peça traz para o nosso cotidiano o debate ambiental e todas as conexões com a nossa vida, de uma maneira divertida e inovadora.

Apagar das luzes

Após o encerramento da programação, às 20h20, chega a Hora do Planeta, das 20h30 às 21h30. “É importante ressaltar que a Hora do Planeta é muito mais que apagar as luzes de residências, monumentos, fachadas e prédios históricos pelo mundo. A ação realizada desde 2007 tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre a importância de restaurar a natureza e a nossa conexão com o meio ambiente”, declara Gabriela Yamaguchi, diretora de Engajamento do WWF-Brasil.

“Nesta edição, estamos dando a voz para os jovens, os povos tradicionais, dos indígenas, das comunidades extrativistas e das populações mais fragilizadas – como as negras e periféricas, pois acreditamos que juntos podemos vencer os desafios e retrocessos ambientais do nosso país”, pontuou.

Monumentos participantes

No Brasil, entre alguns dos monumentos confirmados estão o Cristo Redentor (RJ), Chalé da Pedra (Quixadá – CE), Edifício Matarazzo (SP), Espaço UFMG do Conhecimento (MG), Fonte luminosa da Praça Ari Coelho (MS), as três sedes do Instituto Moreira Salles (RJ, SP e MG), Jardim da Prefeitura Municipal de Campo Grande (MS), MAC (RJ), Monumento aos Pioneiros (MS), Monumento de alusão ao relógio da 14 (MS), Monumento Maria Fumaça (MS), Museu das Minas e dos Metais (MG), Museu do Amanhã (RJ), Museu Histórico de Santa Catarina (SC), Obelisco (MS), Ponte Octávio Frias de Oliveira (SP), Praça Pantaneira (MS), Teatro Municipal do Rio de Janeiro (RJ) e Viaduto do Chá (SP).

Movimento de base 

A Hora do Planeta é o principal movimento ambiental global da rede WWF. Nascida em Sydney em 2007, a Hora do Planeta cresceu e se tornou um dos maiores movimentos de base do mundo para o meio ambiente, inspirando indivíduos, comunidades, empresas e organizações em mais de 180 países e territórios a tomar ações ambientais tangíveis por mais de uma década.

Historicamente, a Hora do Planeta se concentrou na crise climática. Mas, recentemente, se esforçou para trazer à tona a questão premente da perda da natureza. O objetivo é criar um movimento imparável para a natureza, como aconteceu quando o mundo se uniu para enfrentar as mudanças climáticas.

A realização é do WWF-Brasil, ONG brasileira que há 25 anos atua coletivamente com parceiros da sociedade civil, academia, governos e empresas, em todo país, para combater a degradação socioambiental e defender a vida das pessoas e da natureza. Estamos conectados numa rede interdependente que busca soluções urgentes para a emergência climática. Conheça a ONG.

Arte: Divulgação/WWF Brasil

Com apoio da ONU, live do Natiruts no TikTok fala de primeiro videoclipe carbono zero no mundo

Natiruts, primeira banda no mundo a gravar um videoclipe com o selo de carbono zero, e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) realizam neste dia 21 de março, Dia Internacional das Florestas, uma live no TikTok sobre os detalhes da gravação do clipe pioneiro, feito em parceria com a Carbonext, além de discutirem temas importantes sobre meio ambiente e desenvolvimento sustentável. A iniciativa é uma parceria entre o TikTok, o Natiruts e o PNUMA, e se soma a outras ações realizadas na plataforma que buscam contribuir para conscientização ambiental.

Na campanha com Natiruts e PNUMA, além de disseminar informações relevantes sobre o assunto, o evento também tem como objetivo estimular a criação de vídeos com temas relacionados ao meio ambiente e sustentabilidade por meio da hashtag #PelaNatureza. A parceria reflete o comprometimento da plataforma em promover e engajar ainda mais seus usuários em pautas que impactam diretamente a vida de toda a população do mundo.

Em fevereiro do ano passado a plataforma realizou uma campanha para reflorestamento ambiental em parceria com Gilberto Gil e o Instituto Terra que resultou no plantio de 40 mil árvores em área degradada da Mata Atlântica. Recentemente, o TikTok promoveu outra campanha para reflorestamento ambiental em parceria com Gaby Amarantos e o  Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (IDESAM), e tem o compromisso de plantar 20 mil árvores na Amazônia até o final do ano. As iniciativas refletem a preocupação com as mudanças climáticas e a importância de contribuir para restauração dos ecossistemas.

O selo de carbono zero contabiliza a emissão de gases do efeito estufa e reverte em plantio de árvores, com o objetivo de neutralizar os problemas causados por esses elementos, como o aquecimento global.

O PNUMA atualmente é a principal autoridade que promove a implementação coerente da dimensão ambiental do desenvolvimento sustentável no Sistema das Nações Unidas e serve como autoridade defensora do meio ambiente no mundo.

Live #PelaNatureza
Segunda-feira, 21 de março de 2022
Horário: 18h
Onde: Perfis do Natiruts e da ONU Brasil no TikTok

Parque Estadual Sumaúma tem programação especial nos dias da Floresta e da Água

Com ações educativas, o Parque Estadual Sumaúma, zona norte de Manaus, tem atividades nesta segunda e terça-feira (21 e 22/03), com entrada gratuita, em alusão aos dias Internacional da Floresta e Mundial da Água.

Na segunda-feira (21/03), Dia Internacional da Floresta, a equipe da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) realiza, das 9h às 16h, visitação guiada pelas trilhas do Parque e distribuição de mudas de árvores frutíferas, medicinais, ornamentais, de arborização e nativas.

No período da manhã, das 9h às 10h, está programada a realização de plantio de mudas. E à tarde, das 13h às 16h, tem “Cine Ambiental”, com exibição de filmes e documentários voltados para a temática.

“Convidamos toda a população manauara a prestigiar o evento. Será um dia bem divertido, com programação para a família inteira”, antecipa Maria Edilene, técnica do Núcleo de Educação Ambiental da Sema.

O acesso ao Parque Sumaúma é realizado pela avenida Bacuri, no bairro Cidade Nova. O espaço recebe visitantes de segunda a sexta, das 8h às 17h.

Dia Mundial da Água

Na terça-feira (22/03), Dia Mundial da Água, o Parque recebe o Projeto Biblioteca Móvel, do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam).

Os alunos da Escola Estadual Dom João de Souza Lima e da Escola Estadual Professora Hilda de Azevedo Tribuzy participarão de uma série de atividades, que incluem exposição e demonstração do Corpo de Bombeiros, distribuição de água realizada pela concessionária Águas de Manaus e a participação especial dos Garis da Alegria, da Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp).

No Dia Mundial da Água, a Sema também realizará uma roda de conversa com os alunos e a exibição de vídeos educativos da Agência Nacional das Águas e Saneamento Básico (ANA).

Unidade de Conservação

O Parque Estadual (PES) Sumaúma é uma Unidade de Conservação (UC) de preservação integral. Dentro dele, existem mais de 80 espécies de aves e a presença de pequenos mamíferos, com destaque para o sauim-de-coleira (Saguinus bicolor), a única espécie entre os Callitrichideos amazônicos ameaçada de extinção.

O espaço conta com trilha educativa, viveiro de mudas, centro de convivência para reuniões e área de lazer.

FOTO: Divulgação/Sema

FAO discute o papel das florestas na garantia de produção e consumo sustentáveis

Neste Dia Internacional das Florestas 2022 – 21 de março, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), juntamente com a União Internacional de Organizações de Pesquisa Florestal (IUFRO) e o Congresso Mundial da IUFRO 2024|Universidade Sueca de Ciências Agrárias (SLU), realizam um painel de discussão de alto nível para celebrar a data mundial sob o tema “Inspire para o futuro: o​​ papel das florestas na garantia de produção e consumo sustentáveis”. 

O evento acontece nesta segunda-feira (21/03), das 8h às 11h (Hora de Brasília), on-line e no Pavilhão Sueco, The Forest, na Expo 2020, em Dubai, com tradução será fornecida em árabe, chinês, inglês, francês, espanhol e russo. A inscrições podem ser feitas no aqui.

Atualmente, o mundo enfrenta desafios sem precedentes, sendo as mudanças climáticas uma das mais prementes de todas. Esses desafios ameaçam o bem-estar das pessoas e da natureza e exigem ação imediata para desenvolver soluções inovadoras e criativas, que coloquem o mundo no caminho da paz e da prosperidade em um planeta saudável.  

Neste evento, serão discutidas como as inovações de base florestal, eficiência de recursos, produtos de base florestal e serviços ecossistêmicos podem contribuir para um estilo de vida sustentável e acelerar uma mudança para um consumo e produção mais sustentáveis. Esses esforços ajudam a alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, saúde, bem-estar e uma transição para economias verdes e de baixo carbono. 

Segurança alimentar

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) é uma agência especializada das Nações Unidas que lidera os esforços internacionais para derrotar a fome. Nosso objetivo é alcançar a segurança alimentar para todos e garantir que as pessoas tenham acesso regular a alimentos de alta qualidade suficientes para levar uma vida ativa e saudável. 

O Programa Florestal da FAO supervisiona mais de 230 projetos em 82 países, com um orçamento total disponível de US$ 246 milhões (a partir de 2019). A FAO é orientada em seu trabalho técnico florestal pelo Comitê Florestal (COFO) e seis comissões florestais regionais.

Desenvolvimento Sustentável

A União Internacional de Organizações de Pesquisa Florestal (IUFRO) é uma organização mundial dedicada à pesquisa florestal e ciências relacionadas. Seus membros são instituições de pesquisa, universidades e cientistas individuais, bem como autoridades decisórias e outras partes interessadas com foco em florestas e árvores. A IUFRO visa contribuir para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pelas Nações Unidas.  

Congresso Mundial da IUFRO 2024|SLU

A Universidade Sueca de Ciências Agrárias (SLU) é uma agência governamental e universidade internacional de classe mundial com pesquisa, educação e avaliação ambiental dentro das ciências para a vida sustentável. A SLU realiza educação, pesquisa e monitoramento e avaliação ambiental em colaboração com a sociedade em geral. A SLU é a organização anfitriã da Suécia do Congresso Mundial da IUFRO 2024, de 23 a 29 de junho em Estocolmo, em colaboração com a IUFRO e os países parceiros nórdicos e bálticos.  

Fórum do Desenvolvimento reúne lideranças internacionais para discutir sustentabilidade

A 7ª edição do Fórum de Desenvolvimento, realizado anualmente pela Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), entidade composta pelos bancos de desenvolvimento, agências de fomento e cooperativas de crédito de todo o país, Finep e Sebrae, acontece nos dias 15 e 16 de março, em Brasília. O evento será transmitido on-line e reunirá instituições dos cinco continentes e economistas ligados aos presidenciáveis das eleições de 2022.

Com inscrições gratuitas pelo site do evento (Clique aqui), o Fórum oferece palestras, debates e mesas redondas com a equipe econômica dos presidenciáveis e integrantes de instituições financeiras de todo o mundo, incluindo a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Banco Mundial, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) e Fundo Monetário Internacional (FMI).

O Fórum do Desenvolvimento vai debater uma agenda global comum a todos os cinco continentes, cujo objetivo é estimular o desenvolvimento sustentável e o relançamento da economia brasileira em bases sustentáveis, em sintonia com a Agenda 2030. Durante o evento, será apresentado o Plano ABDE 2030, documento criado pela entidade com ações concretas para impulsionar o cumprimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

O evento tem apoio da Organização das Nações Unidas (ONU) e patrocínio da Agência Francesa de Desenvolvimento (Agence Française de Développement – AFD) Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), do projeto FiBraS – Finanças Brasileiras Sustentáveis, da Agência Alemã de Cooperação (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit – GIZ) e do Banco de Brasília (BRB).

“Os associados da ABDE que integram o Sistema Nacional de Fomento estão sintonizados com essa agenda global de desenvolvimento e têm o compromisso de mobilizar recursos para financiar projetos que viabilizem uma transição para uma economia mais sustentável e inclusiva”, afirma a presidente da ABDE, Jeanette Lontra.

Programação

A abertura do Fórum do Desenvolvimento contará com mesa redonda composta por lideranças de instituições financeiras de desenvolvimento. Entre elas a Secretária Geral da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), Rebeca Grynspan; a Gerente de Instituições para o Desenvolvimento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Susana Guerra, a Diretora Geral Adjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), Marie-Hélène Loison, o Embaixador da Alemanha no Brasil, Heiko Thoms, o Vice-Presidente do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), Jorge Arbache, a Coordenadora Residente das Nações Unidas no Brasil (ONU Brasil), Silvia Rucks; o Presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, e o vice-presidente do Banco Europeu de Investimento (BEI), Ricardo Mourinho Félix.

Em seguida, será apresentado o Plano ABDE 2030. Economistas ligados aos presidenciáveis participam da discussão e receberão o documento. Dentre os nomes confirmados estão os economistas Guilherme Mello (Lula), Affonso Pastore (Sergio Moro), Zeina Latif (João Doria), Germano Rigotto (Simone Tebet) e Nelson Marconi (Ciro Gomes).

O segundo dia do evento terá como tema “Impulsionando as missões do Brasil na agenda da sustentabilidade e inovação”. Serão seis painéis de discussão ao longo do dia, com as participações de presidentes de instituições financeiras de desenvolvimento, acadêmicos e representantes de entidades privadas.

Entre os participantes confirmados no dia 16 estão a ex-ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira; a diretora de Estratégia do Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB), Saloua Sehili; e a professora da Columbia University, Stephany Griffith-Jones.

Ilustração: Gerd Altmann/Pixabay

Brasileira é premiada pelo Mulheres Líderes em Aprendizado de Máquina para Observação da Terra

Diretora de Ciência no Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e especialista em fogo nos biomas Amazônia e Cerrado, a Dra. Ane Alencar foi premiada, pela passagem do Dia Internacional da Mulher, 8 de março, pelo 2022 Leading Women in Machine Learning for Earth Observation – em português, Mulheres Líderes em Aprendizado de Máquina para Observação da Terra em 2022 -, organizado pela Fundação Radiant Earth, com sede em Washington e São Francisco (EUA). Esta é a primeira vez que a iniciativa nomeia uma pesquisadora latino-americana.

“Me sinto muito honrada em receber esse reconhecimento. Isso é fruto de um trabalho bem importante que temos conduzido ao longo dos anos, estudando o padrão dos incêndios florestais na Amazônia e mais recentemente na rede Mapbiomas”, comemora Alencar, que coordena as plataformas MapBiomas para o bioma Cerrado e o MapBiomas Fogo. Em rede com instituições, universidades e empresas de tecnologia do Brasil e do mundo, o MapBiomas é uma iniciativa pioneira que usa dados de satélite para revelar as principais mudanças de uso da terra no país.

Natural de Belém, no Pará, Ane Auxiliadora Costa Alencar é graduada em Geografia pela Universidade Federal do Pará (UFPA); tem mestrado em Sensoriamento Remoto e Sistema de Informação Geográfica, pela Universidade de Boston; e doutorado em Recursos Florestais e Conservação, pela Universidade da Flórida, ambas nos Estados Unidos. Há mais de duas décadas, seu foco é entender os impactos das mudanças climáticas e da fragmentação florestal causadas pelo desmatamento e pela a ocorrência e aumento dos incêndios florestais na Amazônia brasileira e no Cerrado.

Dra. Ane Alencar em expedição científica que acompanhou combate a incêndios ambientais nos biomas Cerrado, Pantanal e Amazônia, no estado de Mato Grosso, em 2020 (Foto: Ivan Canabrava/lluminati Filmes/IPAM/Woodwell)

Destaque na premiação é o conceito de “Cicatrizes do Fogo”, criado por Alencar, em 1996, ao definir áreas afetadas por incêndios florestais na Amazônia nas imagens de satélite impressas. “Sua descoberta inovadora e mapeamento do fogo na Amazônia”, cita a Radiant Earth, levaram à criação da plataforma MapBiomas Fogo, sistema de validação e refinamento de alertas de desmatamento, com imagens de alta resolução para mapeamento anual das cicatrizes de fogo no Brasil, a partir de 1985.

No Ipam, a diretora coordena iniciativas de desenvolvimento de sistemas de monitoramento de estoque, de perda de carbono florestal e de desmatamento, a fim de subsidiar discussões a respeito de políticas públicas, que fomentem a redução de emissões por desmatamento e por degradação florestal.

Além da brasileira, foram selecionadas pesquisadoras da Austrália, Estados Unidos, Nepal, Rússia, Taiwan e Quênia, cujas contribuições científicas têm impacto global no melhoramento do uso de aprendizado de máquina para observação do planeta e sensoriamento remoto.

“Por essa razão, celebramos as mulheres na vanguarda do ML4EO [Machine Learning for Earth Observation]: aquelas que estão jogando luz em nossos padrões e nos ajudando a tomar decisões baseadas em dados”, ressalta a fundação organizadora do prêmio.

Fotos: Ivan Canabrava/lluminati Filmes/IPAM/Woodwell

Turismo Ecológico é vocação natural do Amazonas

Neste dia 1º de março, é Dia Nacional do Turismo Ecológico, vocação natural do Amazonas e da Amazônia, onde é possível conhecer de perto a floresta, seus habitantes, rios, cachoeiras, fauna e flora. É natureza, aventura, lazer e, também, é conscientização e desenvolvimento sustentável. O Portal Vida Amazônica destaca alguns tesouros que traduzem a diversidade do bioma Amazônia na vivência do ecoturismo.

Entre as 42 Unidades de Conservação do Amazonas, as Áreas de Proteção Ambiental (APA) são opções em alguns municípios como Iranduba, Novo Airão, Manacapuru, Manaus, Nhamundá, Parintins e Presidente Figueiredo. Neste último, a Área de Proteção Ambiental (APA) Caverna do Maroaga, abriga uma área de 374.700 hectares de um conjunto de cavernas, grutas e cachoeiras, que formam uma das mais belas paisagens do Amazonas.

A APA é um destino de fácil acesso para a prática do ecoturismo, saindo de Manaus, pela rodovia BR-174 (Manaus-Boa Vista), onde é possível conhecer 15 locais de uso turístico, entre caverna, gruta, corredeiras e cachoeiras.

Localizadas na estrada de Balbina/AM-240, estão: Caverna do Maroaga e Gruta da Judeia, no Km 6; Cachoeira Santuário, no Km 12; Cachoeira dos Pássaros, Cachoeira da Porteira e Cachoeira da Maroca, no Km 13; Corredeira Sossego da Pantera, no Km 20; Cachoeira da Neblina e Corredeira da Neblina, no Km 51; Cachoeira da Pedra Furada e Cachoeira Santo do Ypi, no Km 57. E localizadas na BR-174, estão: Cachoeira das Quatro Quedas e Cachoeira das Orquídeas, no Km 107; Cachoeira/Corredeira das Lages 2, no Km 112; e Cachoeira do Castanhal (da loira), no Km 134. Além de outras áreas de acesso restrito, com entrada somente com a autorização do proprietário.

Paraiso Ecológico

Estar no município de Novo Airão é estar em um paraíso ecológico, no coração dos parques estadual e nacionais do Rio Negro – Setor Norte, de Anavilhanas e do Jaú. A 115 quilômetros de Manaus, o acesso pode ser por via terrestre – pela AM-070 e AM-352, no máximo em 2h30 faz o percurso –, ou fluvial, em barcos regionais e lanchas rápidas em 9 a 3 horas, respectivamente.

A orla de Novo Airão é o Arquipélago Fluvial de Anavilhanas, o segundo maior do planeta, quase totalmente protegido pelo Parque Nacional de Anavilhanas. Com infraestrutura básica e turística – de gastronomia regional, hospedagens, passeios e atividades aquáticas, a cidade está inserida no Programa de Regionalização do Turismo e faz parte do Mapa do Turismo Brasileiro.

Com área total de 350.018,00 hectares, dos quais 29,50% estão em Manaus e 70,43% em Novo Airão, o Parque Nacional de Anavilhanas está localizado na bacia do Rio Negro, em regime de restrição de proteção integral com o objetivo de preservar o arquipélago fluvial de Anavilhanas e suas diversas formações florestais, mas permite turismo sustentável nas áreas previstas pelo instrumento de gestão da Unidade de Conservação, aberto o ano todo com seu labirinto de ilhas e águas negras.

São mais de 400 ilhas, em uma extensão de, aproximadamente, 130 km e largura média de 20 km, na parte fluvial do parque, equivalentes a 60% da unidade; com mais 40% de terra firme, a Unidade de Conservação federal é administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO).

Entre os maiores encantos e atrativos está o turismo de interação com botos-vermelhos, ou botos cor-de-rosa como são mais conhecidos. Além das praias, presentes no período da seca dos rios, de setembro a fevereiro; e das trilhas aquáticas de igapó, no período da cheia, de março a agosto. A vista de cima das ilhas é um encontro inesquecível com a natureza e com a Amazônia.

Atividade náutica na orla de Novo Airão (Foto Sandventure/Divulgação)

Flora e fauna também são atrativos exuberantes do ambiente amazônico. E atividades náuticas e os passeios de barco pelo arquipélago das Anavilhanas, com possibilidade de conhecer comunidades tradicionais ribeirinhas e o artesanato de Novo Airão, compõem um roteiro ecológico de valor inestimável.

Arquipélago Fluvial de Mariuá (Foto Frank Garcia/Ascom-Prefeitura de Barcelos)

Subindo um pouco mais o Rio Negro, o município de Barcelos surpreende com seus atrativos ecológicos monumentais. Cachoeira do El Dorado, Abismo Guy Collet, localizados no Parque Estadual Serra do Aracá e o Arquipélago Fluvial de Mariuá traduzem a dimensão da diversidade e importância da Amazônia, em cenários inigualáveis.

De Anavilhanas, em Novo Airão, chega-se à Mariuá, em Barcelos, o maior arquipélago fluvial do planeta, a 400 quilômetros de Manaus, com mais de 1.400 ilhas, em 275 quilômetros de extensão, num trecho de rio que chega a quase 20 quilômetros de largura.

O Arquipélago Fluvial de Mariuá faz parte do Parque Nacional do Jaú, do Parque Estadual Serra do Aracá e de Área de Proteção Ambiental Mariuá. E durante o verão amazônico, a cidade de Barcelos oferece além da estrutura de hospedagem e gastronomia regional, cerca de 40 quilômetros de praias de areia branca, a partir das ilhas do Arquipélago de Mariuá.

Além de Mariuá, Barcelos acolhe outros dois grandiosos pontos naturais, localizados no Parque Estadual Serra do Aracá, de acesso mais remoto e restrito, que necessitam de expedições específicas.

Parque Estadual Serra do Aracá em Barcelos (Foto Frank Garcia/Ascom-Prefeitura de Barcelos)

A mais alta queda d’água do país, a Cachoeira do El Dorado, com 353 metros de altura, equivalente a um prédio de 126 andares, distante 211 quilômetros em linha reta da sede do município ou 393 pelo trajeto do rio.

E o abismo Guy Collet, catalogado em 2006, por pesquisadores da Sociedade Brasileira de Espeleologia (SB) e da ONG Akakor Geographical Exploring, durante uma expedição ao interior da Amazônia, formada por quartzito, com 671 metros de profundidade, considerado inicialmente a caverna mais profunda do Brasil, da América do Sul e mais profunda em quartzito do mundo.

Educação ambiental, compromisso e maturidade para lidar e proteger os habitantes e todos esses tesouros, além dos outros milhares existentes no bioma Amazônia, são essenciais em todos os segmentos, especialmente na atividade do turismo ecológico e na atitude dos ecoturistas.

Parque Estadual Serra do Aracá em Barcelos (Foto Frank Garcia/Ascom-Prefeitura de Barcelos)

Foto Topo: Barcelos (Foto Frank Garcia/Ascom-Prefeitura de Barcelos)

Programa de estímulo a mulheres indígenas na Amazônia seleciona seis projetos socioambientais

Iniciativa da Conservação Internacional busca propostas focadas em soluções socioambientais para receber bolsa de US$ 10 mil e apoio técnico por um ano

Em sua 2ª rodada de seleções, o Programa Mulheres Indígenas Lideranças em Soluções Socioambientais na Amazônia recebe, até 21 de março, propostas de projetos liderados por mulheres indígenas de sete países (Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru e Suriname). No Brasil, seis projetos serão selecionados para receber uma bolsa de US$ 10 mil (cerca de R$ 54 mil). O edital completo está disponível em http://bit.ly/LiderancasAmazoniaCI.

O objetivo do programa é apoiar ideias e iniciativas lideradas por mulheres que visem o bem-estar das comunidades e territórios indígenas, com foco em temas relacionados à conservação, tradições e saberes ancestrais, direitos indígenas e reconhecimento legal, produção sustentável, soberania alimentar, língua e cultura, fortalecimento de organizações, entre outros.

Mayara Ferreira, gerente de projetos da CI-Brasil, explica como o trabalho junto às mulheres será realizado. “Iremos trabalhar com essas líderes por um ano no desenvolvimento do projeto. Além do aporte financeiro, elas também receberão suporte de uma equipe técnica multidisciplinar que irá apoiar atendendo as necessidades e realidades individuais. O apoio às mulheres é um passo em direção a igualdade de gênero nas comunidades indígenas da Amazônia.”

Serão priorizadas propostas inovadoras, que tragam soluções socioambientais criativas e favoreçam o engajamento de mais mulheres em questões relacionadas à conservação e o desenvolvimento de redes de lideranças femininas indígenas.

Programa de Mulheres Indígenas

O Programa Mulheres Indígenas Lideranças na Amazônia é uma iniciativa do projeto Nossas Futuras Florestas – Amazônia Verde, implementado pela Conservação Internacional com o apoio da Coordenadoria das Organizações Indígenas da Bacia Amazônica (do espanhol, Coica) e do governo francês. O projeto promove e apoia os esforços de conservação de 26 povos indígenas e comunidades locais, por meio de ferramentas, treinamento e financiamento necessários para o manejo de seus territórios e conservação da Amazônia.

Conservação Internacional

A Conservação Internacional (CI-Brasil) usa ciência, política e parcerias para proteger a natureza da qual as pessoas dependem para obter alimentos, água doce e meios de subsistência. Fundada em 1990 no Brasil, a Conservação Internacional trabalha em mais de 30 países em seis continentes para garantir um planeta saudável e próspero, que sustenta a todos. Mais informações: http://www.conservacao.org.br

Inscrições

As interessadas devem se inscrever até 21 de março. O edital completo e formulários estão disponíveis em http://bit.ly/LiderancasAmazoniaCI

Foto: Conservação Internacional/César David Martínez/Divulgação

Simpósio internacional discute inovação e sustentabilidade na Amazônia

Nos próximos dias 26, 27 e 28 de outubro, o Instituto de Engenharia (IE) sedia o Simpósio Internacional: Uma Amazônia Inovadora e Sustentável (SIPAIS). O evento será realizado de modo on-line, respeitando as normas de prevenção à covid-19, com vários painéis e debates.

O evento do IE tem por objetivo sensibilizar sobre a importância de uma cooperação internacional, dos mais diversos ecossistemas, para desenvolver e escalar ações sinérgicas e sustentáveis com países da Amazônia. Desse modo, promover a verdadeira revolução ESG (Meio Ambiente, Social e Governança) através da engenharia.

O simpósio também buscará iniciativas e projetos nas áreas de infraestrutura, energia e logística, educação e pesquisa, com foco no crescimento econômico sustentável da região amazônica.

Os debates devem trazer oportunidades do uso de fontes públicas e privadas para o financiamento da infraestrutura, mensuração do índice ESG, bem como motivações sociais em segurança, qualidade de vida, o ecossistema econômico, industrial e tecnológico, segurança jurídica e operacional de empreendimentos naquela região.

Para isso, entre os convidados a participar das discussões estão representantes de governos, entidades internacionais, empresas, academias, centros de pesquisa, ONGs, engenheiros e profissionais ligados às questões de inovação e sustentabilidade.

Propostas reais

Ao final, o SIPAIS consolidará uma síntese, sugestões e transcrição dos painéis realizados nos três dias de simpósio do Instituto de Engenharia e as contribuições voltadas para um desenvolvimento sustentável da Amazônia.

O resultado desse trabalho será encaminhado ao Conselho da Amazônia Legal, ao Parlamento Amazônico, à Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (Otca), autoridades, embaixadas, setor financeiro e para toda a sociedade civil.

Inscrições

A inscrição ao SIPAIS será feita no site do Instituto de Engenharia (https://www.institutodeengenharia.org.br/SIPAIS). O inscrito receberá um link em seu e-mail e terá acesso às transmissões por plataforma eletrônica webinar.

Confira a programação

26 de outubro

13h30 – Abertura

15h30 – Projeto Amazônia e Bioeconomia Sustentada em CT&I

16h15 – Inclusão Geodigital da Gestão Produtiva – Práticas ESG com Tecnologia Aplicada

18h – Oportunidades para a melhoria da infraestrutura em segurança, logística, energia e telecomunicações

27 de outubro

13h30 – Comunidade Integrada e Participativa – Cooperativa e Agropecuária Familiar

16h – Educação, Pesquisa Aplicada e Desenvolvimento Tecnológico – Intercâmbio e Potencial da Sociedade Amazônica

18h – Desenvolvimento Social, Econômico, Turístico e Cultural

28 de outubro

9h30 – Ecossistema Revolução ESG

13h30 – Desafios da Logística para o Desenvolvimento da Bioeconomia e da Bioengenharia na Amazônia

16h – Estabelecimento de Critérios Ambientais, Sociais e de Gerenciamento para uma Amazônia Sustentável

18h – Bacia Amazônica como um vetor de Integração Econômica

29 de novembro

17h – Entrega do caderno de conclusão dos painéis debatidos com as oportunidades de ações para a Amazônia

Foto: Vista da Amazônia / Bruno Cecim / Agência Pará