Idosos serão vacinados contra a Influenza em suas casas

Diante das mudanças no cenário nacional de transmissibilidade do novo coronavírus, causador da Covid-19, numa decisão inédita no país, anunciada pelo prefeito Arthur Virgílio Neto, os idosos de Manaus serão vacinados contra a gripe sem que precisem sair de suas casas. A primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza, iniciaria nesta segunda-feira, 23/3, mas devido à forte chuva que cai sobre a cidade nesta manhã, a Prefeitura de Manaus adiou o início da campanha de vacinação contra a gripe, para esta terça-feira, 24/3. Hoje, o trabalho das equipes da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) ficará concentrado no cadastro dos idosos, que não sejam acompanhados pela Estratégia Saúde da Família, no site http://semsa.manaus.am.gov.br.

Ao acessar o link, uma mensagem direcionará para a página de cadastro. Será necessário preencher as informações do idoso a ser vacinado – CPF, data de nascimento, telefone para contato e nome completo. Na etapa seguinte deverão ser indicados os dados de endereço completo, como CEP e ponto de referência. Em seguida, um endereço de e-mail para contato. A quarta tela será para conferência dos dados, possibilitando a correção, caso seja necessário. A última tela terá a mensagem de confirmação do cadastro, com a orientação que o idoso aguarde que a equipe de vacinação irá até ele.

“Nossos técnicos do Departamento de Tecnologia da Informação trabalharam durante todo o final de semana para criar esse formulário por meio do qual os idosos poderão realizar o cadastro. A orientação do prefeito Arthur Neto é que nenhum dos mais de 111 mil idosos residentes em Manaus fique sem vacina”, afirma o secretário municipal de Saúde, Marcelo Magaldi.

Para os idosos acompanhados pela Estratégia Saúde da Família (ESF), as equipes seguirão os cadastros individuais  já existentes para realização da vacinação de casa em casa já a partir de segunda-feira.

Cadastro dos idosos pode ser feito no site da SEMSA https://semsa.manaus.am.gov.br/

Metas

A Campanha de Vacinação contra Influenza tem a meta de imunizar 522.065 pessoas em Manaus. Serão três etapas e vai atender todos os grupos considerados prioritários pelo Ministério da Saúde, encerrando no dia 22 de maio. A segunda etapa da campanha terá início no dia 16 de abril, e será direcionada para professores de escolas públicas e privadas, profissionais das forças de segurança e salvamento, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, conforme orientação médica.

A partir do dia 9 de maio será iniciada a terceira etapa da campanha com vacinação direcionada para os grupos: crianças de seis meses até menores de seis anos, gestantes, puérperas, jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas, povos indígenas, população privada de liberdade, pessoas com deficiência, funcionários do sistema prisional e adultos de 55 a 59 anos de idade, incluído este ano na campanha contra a Influenza, ampliando o acesso da população à vacina e prevenindo riscos. O objetivo final é imunizar no mínimo 90% do público alvo em cada grupo prioritário.

Texto – Sandra Monteiro/Semsa
Foto – Alex Pazuello / Arquivo Semcom

Exposição “Nipetirã” é recorde de visitação e terá catálogo virtual

A Coletiva reúne mais de 130 obras de arte de 4 artistas indígenas e foi visitada por mais de 10 mil pessoas, na Galeria do Largo, em Manaus-AM

Um pouco mais de 10 mil pessoas visitaram a exposição Nipetirã, que ficou em cartaz durante 4 meses e meio na Galeria do Largo, no Largo de São Sebastião, Centro de Manaus-AM. Aberta em outubro de 2019 para marcar as comemorações do Governo do Amazonas pelos 350 anos da cidade de Manaus, a exposição “Nipetirã” (que significa “todos” na língua Tukano) apresentou a cultura ancestral amazônica por meio de 130 obras de arte de quatro artistas indígenas – Dhiani Pa’saro (etnia Wanano), Duhigó (etnia Tukano), Sãnipã (etnia Apurinã/Kamadeni) e Yúpuri (etnia Tukano). Um catálogo virtual e imagens da exposição poderão ser vistas futuramente na internet.

A exposição apresentou um projeto expográfico que contemplou quatro ambientes artísticos com murais pintados nas paredes da Galeria do Largo e que expressam o imaginário, a mitologia, o cotidiano e a ambiência destes artistas dentro suas etnias. Além dos murais, a mostra exibiu 54 obras – entre pinturas e quadros de marchetaria – e 72 esferas de acrílica sobre ouriço de castanha-do-Pará, exibidas em uma instalação em formato de totem na parte central da exposição.

Nipetirã: Carlysson Sena, Duhigó, Yúpuri, Sãnipã e Dhiani Pa’saro

Promovida pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, em parceria com a Manaus Amazônia Galeria de Arte, a exposição teve entrada gratuita e é um sucesso de público. Os artistas expositores que já possuem projeção nacional puderam com a exposição serem um pouco mais conhecidos pela cidade. “A arte amazônica é, de fato, um presente para quem pode apreciá-la. É uma honra poder apresentar em um dos espaços da SEC uma exposição totalmente feita por artistas indígenas, que representam uma face importante do nosso povo”, destacou Marcos Apolo Muniz, secretário da cultura e economia criativa.

Para Carlysson Sena, fundador da Manaus Amazônia Galeria de Arte, a exposição foi um marco importante, pois conectou a população aos quatro artistas que estão salvaguardando suas culturas, por meio das artes visuais. Criou também um elo de conhecimento e amor de quem visitou, com a arte contemporânea produzida na Amazônia e com a temática amazônica. “Vamos eternizar a exposição por meio de um catálogo virtual e imagens em vídeo que irão compor um passeio pela exposição, como se ela nunca tivesse sido encerrada. Este material está em produção pela Manaus Amazônia Galeria de Arte e estará disponível no site da galeria em breve”, avaliou Carlysson.

Ancestralidade

O diretor da Galeria do Largo e curador da exposição, Cristóvão Coutinho, explicou que a parceria com a Manaus Amazônia Galeria de Arte e a Galeria do Largo, proporcionou ao espaço expositivo oportunidades inúmeras, em que a sociedade tomou conhecimento de sua relação existencial com uma produção artística concebida por artistas que tem em seu DNA elementos culturais dos povos indígenas da Amazônia. “A mostra possibilitou aproximações de concepções estéticas, nesse momento de inserção da identidade de nossas ancestralidades, e foi perceptível a imersão dos visitantes na proposta curatorial da Nipetirã”, completou Coutinho.

Na proposta curatorial, a artista Sanipã trouxe as esferas/ouriços e pintou grafismos das etnias das quais descende – Apurinã e Kamadeni – que resgatam a memória desses povos, caracterizando o ambiente sobre o universo. Duhigó preparou um ambiente que fala sobre a casa, com pinturas sobre as pedras do município de São Gabriel da Cachoeira, sua terra natal, e trazendo referências de sua mitologia Tukano. Dhiani Pa’saro pintou o ambiente sobre o sagrado, com representações de rituais, o pajé, a música e instrumentos sagrados dos Wanano. Já Yúpuri fez o ambiente sobre o mundo, com grafismos e pinturas que refletem sobre sua identidade inserida no mundo contemporâneo.

Duhigó, artista plástica da etnia Tukano, batizou o nome da exposição com um nome indígena que é muito significativo, pois une o trabalho de artistas de diversas etnias. “Nipetirã somos todos nós artistas indígenas, que buscamos trazer de volta aquilo do passado que ainda tem em nossa imaginação e que nós queremos mostrar para que as pessoas possam conhecer, apreciar e pesquisar”, diz a artista que, junto com Dhiani Pa’saro, está também em exposição nacional coletiva e itinerante intitulada “VaiVém”, nos Centros Culturais Banco do Brasil de São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte – reunindo 113 artistas com obras de arte sobre as redes de dormir brasileiras.

Todos Artistas

Sanipã (significa “Caba”, um tipo de vespa) nasceu em 31 de outubro de 1979, na região do Caetitu, localizada no município de Lábrea, nas margens do rio Purus, Amazonas. Em 2005, formou-se no curso de Pintura da Escola de Arte do Instituto Dirson Costa de Arte e Cultura da Amazônia, em Manaus. Tornou-se a primeira indígena da etnia Apurinã e Kamadeni a se profissionalizar nas artes visuais. Atualmente vive e trabalha em Manaus e Lábrea. Em sua arte, expressa a cultura dos dois povos que descende: Apurinã e Kamadeni. Em suas telas e suportes derivados da floresta, há os grafismos, artefatos, rituais e o imaginário que envolve sua vivência como indígena da Amazônia. Sãnipã resgata a memória de sua tribo e de seu povo, com leituras e releituras da estética indígena.

Sanipã é a primeira indígena da etnia Apurinã e Kamadeni a se profissionalizar nas artes visuais

Dhiani Pa’saro (nome que significa “Pato do Mato”, na língua indígena Wanano) é um índio da etnia Wanano e nasceu em 23 de fevereiro de 1975, na aldeia Tainá, no município de São Gabriel da Cachoeira, na região do Alto Rio Negro. É filho de pai Wanano e mãe Kobéua. Veio para Manaus aos 23 anos e formou-se em Pintura e Marchetaria na Escola de Arte do Instituto Dirson Costa de Arte e Cultura da Amazônia, em 2007 e 2008. É o primeiro indígena da etnia Wanano a se profissionalizar nas artes visuais. Fala fluentemente as línguas indígenas Wanano, Kobéua e Tukano. Em suas telas, Dhiani expressa, principalmente, a cultura primitiva e ancestral da Amazônia na cosmovisão indígena, dentro de uma expressão poética original e muito própria de um artista que vê na arte a possibilidade de salvaguardar a memória ancestral de seu povo Wanano.

Dhiani revela a cultura primitiva e ancestral da Amazônia na cosmovisão indígena

Duhigó (significa “primogênita”, na língua indígena Tukano) nasceu em 02 de março de 1957, na aldeia Paricachoeira, município de São Gabriel da Cachoeira, região do Alto Rio Negro. É filha de pai Tukano e mãe Dessana (etnias amazônicas). Mora em Manaus desde 1995. Concluiu o curso de Pintura na Escola de Arte do Instituto Dirson Costa de Arte e Cultura da Amazônia, em 2005, tornando-se a primeira indígena da etnia Tukano a se profissionalizar nas artes visuais. Em suas telas, expressa, principalmente, a cultura ancestral da Amazônia na cosmovisão indígena.

Duhigó tem produção artística continua e já participou de exposições no Brasil e no exterior

Também costuma representar em seus trabalhos o cotidiano próprio das “nações” indígenas, seus artefatos e elementos mitológicos. Sua prioridade é registrar a memória dos índios Tukano, assim como a natureza amazônica presentes em sua memória afetiva. Fala fluentemente as línguas indígenas Tukano, Dessana e Tuyuka, além do português. Desde 2005, Duhigó possui uma contínua produção artística que já lhe rendeu exposições no Brasil e no exterior. Em 2009, o Governo do Amazonas presenteou o presidente da Fifa, Joseph Blatter, com sua obra “Pote Tukano”, durante a campanha para a cidade de Manaus se tornar sub-sede da Copa do Mundo de 2014.

A pintura de Yúpuri tem como característica poética os registros de rituais, o cotidiano caboclo e indígena da Amazônia

Yúpury (significa “o primogênito da nação Tukano da 3ª geração”, na língua Tukano) nasceu em Porto Velho, Rondônia, no dia 15 de julho de 1987, filho de mãe Tukano e pai baiano. Em 2007, concluiu o curso de Pintura na Escola de Arte do Instituto Dirson Costa de Arte e Cultura da Amazônia, em Manaus. Filho da artista Duhigó sempre acompanhou sua mãe no ofício das artes visuais, desenvolvendo o seu próprio estilo. Atualmente, Yúpury encontra na arte uma terapia e uma forma de contribuir para que os hábitos e costumes de sua etnia Tukano sejam preservados. O que antes era uma memória guardada na oralidade indígena passa a ser eternizado pela arte visual do artista. Sua pintura tem como característica poética os registros de rituais, o cotidiano caboclo e indígena da Amazônia, bem como os elementos mitológicos dos índios tukano em diálogo com a contemporaneidade.

Texto e Fotos: Manaus Amazônia Galeria de Arte/Divulgação

Ações de rastreio e informação pautaram o Novembro Azul no Amazonas

Durante o último mês, médicos urologistas membros da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), realizaram, no Brasil, ações voltadas ao rastreio do câncer de próstata, além de uma extensa programação que incluiu palestras, rodas de conversa e orientação ao público, sobre temas ligados à saúde do homem. No Amazonas, o cirurgião urologista da Urocentro Manaus, Dr. Giuseppe Figliuolo, destaca que as atividades fizeram parte do cronograma do Novembro Azul, movimento que é realizado há cerca de dez anos no País, e que busca fortalecer a política de assistência ao público masculino, além de democratizar o debate acerta do tema.

Presidente da seccional da SBU no Amazonas, Figliuolo destaca que reuniu cerca de mil pessoas em palestras realizadas por ele, em parceria com o poder público e instituições privadas, além de participar de pelo menos duas ações assistenciais, com o atendimento médico de 220 homens na faixa etária de risco para o câncer de próstata (a partir dos 50 anos).

“O propósito da campanha, que ainda é muito recente no Brasil, é de chamar a atenção dos homens sobre a necessidade da realização do check-up médico, a partir dos 45 ou 50 anos, anualmente. Mas também, é de dialogar com o poder público, para ampliar a rede de assistência, com estruturas voltadas especificamente para o atendimento do público masculino”, destacou.

Figliuolo explica que os homens morrem mais cedo que as mulheres e são maioria na estatística de óbitos, o que aciona o alerta para a importância de políticas públicas de prevenção às doenças masculinas, em especial, às urológicas, que se não tratadas a tempo e da forma adequada, podem causar sofrimento prolongado e levar à morte precocemente.

“Um exemplo disso é o câncer de próstata, que tem previsão de 580 casos no Estado. A maioria desses diagnósticos deverá acontecer nas fases intermediária ou avançada da doença. Isso porque, culturalmente, os homens só procuram um médico quando sentem algum sintoma. E como o câncer é uma doença silenciosa, que só apresenta sinais quando já passou da fase inicial, muitos deles precisam passar por tratamentos invasivos e têm as chances de cura reduzidas”, explicou.

Para o especialista, essa realidade pode ser mudada com campanhas permanentes sobre o tema, a ampliação da assistência e o esclarecimento da população.

“Em 2019, o envolvimento das instituições públicas e privadas, da imprensa e da sociedade em geral, foi maior que nos anos anteriores. Mas, ainda precisamos reforçar a adesão, de modo a envolver, inclusive, o público feminino, tendo em vista que muitos homens só procuram ajuda médica quando são estimulados por suas mães, esposas ou filhas”, completou.

A campanha Novembro Azul é uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Urologia e neste ano, adotou o tema “Seja herói da sua saúde”, para trabalhar as ações desenvolvidas em todo o Brasil. Segundo projeção mais recente do Instituto Nacional do Câncer (Inca), subordinado ao Ministério da Saúde (MS), o País registrará, em 2019, 68 mil novos casos de câncer de próstata.

Texto: Ana Carolina Barbosa
Foto: Divulgação

Manaus receberá 4,5 mil turistas em Temporada de Cruzeiros em Dezembro

Mais de 4,5 mil turistas chegarão a Manaus no mês de dezembro, dando continuidade à Temporada de Cruzeiros 2019/2020. A primeira das quatro embarcações previstas é o M/S Volendam, que chega à cidade no próximo domingo, 1º/12, às 9h, com aproximadamente 1,9 mil estrangeiros a bordo, entre passageiros e tripulantes.

Durante toda a temporada, os turistas são recepcionados por equipes da Prefeitura de Manaus, por meio da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), e da Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur), com entrega de guias bilíngues e brindes promocionais.

O M/S Volendam deixará a capital na segunda-feira, 2/12, às 16h, com destino a Parintins, no interior do Amazonas. Em sua primeira vez na cidade, o navio receberá uma placa de boas-vindas para registrar a visita, e deve retornar a Manaus ainda em março de 2020.

Temporada de Cruzeiros

Ainda em dezembro, o M/S Insignia é o próximo da lista, com chegada marcada para o dia 4, às 9h. Depois do Natal, será a vez do M/S Seven Seas Mariner atracar em Manaus, no dia 26, onde ficará por um dia. Por último, o Viking Seas chega à cidade no dia 31 e parte no sábado, 1º/1.

Com programação diversificada, os visitantes conhecem atrativos turísticos do Centro Histórico, como o Teatro Amazonas, Palácio Rio Negro e Museu da Cidade de Manaus, e percorrem outras belezas naturais da região, como o Lago do Janauacá e o Encontro das Águas, além de experimentarem a gastronomia local e participarem de atividades culturais.

A Temporada de Cruzeiros 2019/2020 começou em novembro, e teve como primeiro navio a aportar o M/S Viking Sun, que trouxe mais de 1,3 mil viajantes e ficou por dois dias na cidade. Com encerramento previsto para abril de 2020, a temporada trará a Manaus 12 embarcações no total, em 16 visitas, com mais de 20 mil turistas a bordo.

Texto: Tiago Souza / Manauscult
Fotos: Leonardo Leão / Manauscult

Unidade Móvel do Sesc oferece exames gratuitos de mamografia e preventivo

A unidade móvel Sesc Saúde da Mulher – Tarcila Mendes, irá oferecer exames gratuitos de mamografia, preventivo e ações de educação em saúde. Os agendamentos já podem ser feitos no Centro Estadual de Convivência do Idoso – Aparecida, na rua Wilkens de Matos, s/nº, bairro Nossa Senhora Aparecida. Os atendimentos começam no dia 15 de outubro.

Os agendamentos podem ser feitos de segunda a sexta-feira das 9h às 11h30 e das 13h às 16h. As mulheres de 40 a 49 anos que desejarem fazer o exame de mamografia precisam levar a xerox do RG, CPF, Cartão do Sus, comprovante de residência e encaminhamento médico, acima de 50 anos não é necessário apresentar encaminhamento médico, somente os documentos.

Para o preventivo a faixa etária é de 25 a 64 anos, as mulheres interessadas devem levar xerox do RG, CPF, Cartão do Sus e comprovante de residência. Já as ações de educação em saúde contam com palestras, rodas de conversa e debates.

Saiba mais

A unidade atua como uma clínica da mulher sobre rodas, visando a prevenção do câncer de mama e colo de útero através da realização de exames de rastreamento como a mamografia digital e o papanicolau, além de ações educativas para a promoção da saúde.

Além de oferecer um atendimento humanizado a infraestrutura da unidade móvel chama a atenção, dentro da carreta há um consultório para realização de exames citopatológicos, uma sala de mamografia com exames de rastreio por imagem, banheiro, tenda externa com espaço multimídia para ações educativas, recepção e sala de espera. Dispõe ainda de um ambiente climatizado, além de elevador de acesso para deficientes.

Foto: Sesc/divulgação

Terceira Feira Internacional de Vinhos na Amazônica acontecerá nos dias 20 e 21 de agosto

Especialistas em vinhos e renomados sommelières são presenças confirmadas na 3ª edição da Feira Internacional de Vinhos na Amazônia (Fiva). Gabriela Monteleone e Mikaela Paim farão parte da programação técnica da feira junto com Carlos Cabral, Denise Rohnelt, Joachim Schnorr, Dayane Casal, o cardiologista Tales Esper e o consultor esportivo Leonardo Santos. A programação de palestras acontecerá dentro do espaço da Fiva na sala Merlot, agendada para os dias 20 e 21 de agosto das 14h às 18h30, no Centro de Convenções Vasco Vasques (avenida Constantino Nery – Chapada).

A paulistana Mikaela Paim está na área de gastronomia desde 2004, se formou sommelière de vinhos em 2007, e para sua formação em todas bebidas alcoólicas do mundo viajou mais de 30 países. Hoje, com mais de 28 especializações em vinho, é a única brasileira especialista em alcoólicos, água, chá, café e sommelière internacional de charutos. Também faz palestras, consultorias, eventos e empreende em restaurantes em São Paulo e participa de iniciativas em prol do vinho no Brasil, como Enobrasil, Provinho e diretora de Vinhos na Abraselsp.

Outro nome confirmado, Gabriela Monteleone, formada em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi, há 15 anos é sommelière, certificada pela Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-SP). Atuou em casas renomadas em São Paulo como Ici Bistro, Pomodori e GERO (Grupo Fasano). É head sommelier e Wine Director do Grupo D.O.M., cuidando das operações dos restaurantes D.O.M. e Dalva e Dito. É professora na ABS-SP, elabora cartas de vinhos e harmonizações de menus para empresas e para as chefes de cozinha Bel Coelho e Gabriela Barreto.É certificada pelos órgãos franceses Interloire e BIVC como Ambassadrisse Officielle dos vinhos do Vale do Loire (FR).

Carlos Cabral estuda vinho desde 1969. É idealizador e fundador da 1ª Confraria de Vinhos do Brasil – a Sociedade Brasileira dos Amigos do Vinho (1980); membro das Confrarias dos vinhos da Bairrada, Alentejo, Madeira, Periquita (Portugal) e Saint Ubert (Espanha). É autor dos livros “A Presença do Vinho no Brasil”, “Porto: um Vinho e sua Imagem”, “A Mesa e a Diplomacia Brasileira”, “Dicionário Ilustrado do Vinho do Porto”, “Imagens da Diplomacia Brasileira” e “Ferreira, Imagem que Marca”. É consultor de Vinhos da rede Pão de Açúcar Supermercados e ainda tem o projeto de pesquisa do Vinho do Porto no Ciclo da Borracha da Amazônia.

Denise Rohnelt de Araújo é jornalista especialista em gastronomia e turismo, atuando na área gastronômica desde 1997.Gaúcha de Porto Alegre, vive em Roraima há 28 anos, mas está na região amazônica há 41 anos, se dividindo entre os estados do Amazonas, Roraima e, recentemente, Pará. Além do jornalismo, formou-se em cozinha e confeitaria internacional no Instituto Internacional de Artes Culinárias Mausi Sebess, em Buenos Aires, Argentina. Ainda é curadora de eventos gastronômicos como: Feira Rota do SaboRR em Boa Vista, Roraima, e três edições da Feira Internacional de Gastronomia Amazônica – Figa, em Manaus. Foi jurada no reality gastronômico MasterChef Rede BAND de TV.

Palestras

A Fiva vai iniciar sempre às 14h e encerrará às 18h30, na sala Merlot. No dia 20, as palestras serão com o sommelier Joachim Schnorr (AM) com o tema “Técnicas de Degustação”. Às 16h, Gabriela Monteleone falará de “Vinhos naturais: tendência ou contracultura?”. Às 17h, será a vez de Mikaela Paim ministrar “Imersão ao mundo do vinho”.

No segundo dia de feira, as palestras começam com o tema “Drinks com espumantes”, ministrada por Denise Rohnelt. Na sequência, a empresária Dayane Casal, o cardiologista Tales Esper e o consultor esportivo Leonardo Santos farão o workshop “Vinho e Saúde”. A palestra de encerramento será com Carlos Cabral, com o tema “O mercado brasileiro do vinho e o comportamento do consumidor”.

Espaço Gourmet

O participante, além do circuito de degustação com 250 rótulos de vinhos, ilhas de frios e pães inclusos no passaporte da Fiva, vai ter à disposição um espaço gourmet (por adesão) com o restaurante Sabor A Mi, no comando de Luciana Felicori, com serviço a la carte para aqueles visitantes que desejaram compor as harmonizações com vinhos e espumantes.

Empresas relacionadas ao mundo do vinho, música ao vivo, estacionamento amplo com serviço de vallet, espaço totalmente climatizado com conforto para o visitante da feira e localização privilegiada.

Os expositores confirmados são Adega Alentejana, Top Internacional, Zahil Importadora, Freixenet, Vinícola Casa Perini, Decanter, Lídio Carraro, Grand Cru, Cantu Importadora, Obra Prima, Ecovino, Nossa Senhora de Fátima Importadora, Vinícola Famiglia Valduga, Bodegas Wine, Inovini, La Pastina, Oiram, Anima Vi um e Bacozon, além da Amazon Explorers, Vinotage, Santa Cláudia, Novotempo, MRM Sistema, Fabiana Arquitetura, Senac, Amazonastur e o apoio institucional da Abrasel no Amazonas.

O passaporte para um dia custa R$ 149, e R$ 270 para os dois dias. Mais informações podem ser obtidas via e-mails contato@fivaamazon.com e fivaamazonia@gmail.com.

Foto: divulgação

Cirurgia robótica e videolaparoscopia ganham espaço na urologia

Os avanços tecnológicos em saúde têm trazido importantes benefícios e mais qualidade de vida aos pacientes. No caso da urologia, destacam-se melhorias no campo cirúrgico, tais como as cirurgias robóticas e videolaparoscopias, ambas consideradas minimamente invasivas e com menos efeitos colaterais e sequelas associadas. O urologista da Urocentro Manaus, Dr. Giuseppe Figliuolo, explica que os procedimentos são indicados para o tratamento de diversas alterações, entre elas, os cânceres de próstata, rins e cálculos urinários.

“Hoje, em Manaus, não dispomos de cirurgia robótica nas unidades de saúde. Porém, nos antecipamos na Urocentro, por sabermos dos benefícios desses procedimentos, e celebramos parcerias com unidades de referência em São Paulo e no Rio de Janeiro, que dispõem dessa tecnologia. Além disso, passamos por treinamentos na área, agregando valor às terapias ofertadas hoje no mercado local”, frisou.

De acordo com ele, além de ser mais rápida, a cirurgia robótica é feita através de pequenas incisões e, sendo assim, apresenta menos risco de sangramento durante o procedimento e também no pós-cirúrgico. “A recuperação é mais rápida e as chances de sequelas são menores”, afirmou.


O especialista deu como exemplo as modalidades voltadas para o tratamento das neoplasias malignas de próstata, consideradas as mais incidentes na população masculina do Amazonas, com previsão de 580 casos/ano, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), subordinado ao Ministério da Saúde.

“O robô, que é guiado por um médico, que fica em uma cabine dentro do centro cirúrgico. O equipamento tem uma precisão maior na hora da extração do tumor. Por isso, os riscos de se desenvolver incontinência urinária e disfunção erétil pós-cirurgia, são reduzidos, já que as pinças são mais direcionadas, ocasionando menos dano tecidual”, explicou Figliuolo.

Para procedimentos que implicam na ressecção de tecidos maiores, o procedimento também pode ser aplicado. “No caso do câncer renal, a nefrectomia radical, ou seja, a retirada total de um dos rins, também é possível através da tecnologia robótica. Outra modalidade bastante utilizada é a vídeolaparoscopia, que utiliza pinças e pequenas incisões, com a vantagem de ter uma recuperação mais rápida. Em pouco tempo, o paciente retorna às suas atividades cotidianas, sem prejuízos maiores”, assegurou.

De acordo com Giuseppe Figliuolo, ambos os procedimentos só são indicados após uma análise minuciosa, que inclui exames de imagem, avaliação médica, exames complementares laboratoriais, entre outros.

“É importante frisar que todos os procedimentos, cirúrgicos ou não, vão depender do estadiamento da doença. Ou seja: da extensão que ela apresenta. Quando mais cedo as alterações são detectadas, maiores as chances de cura e de procedimentos menos invasivos. Por isso, destacamos sempre a necessidade das avaliações anuais, que buscam investigar problemas assintomáticos, que se desenvolvem de forma lenta e que só são evidenciados, geralmente, quando o paciente passa a sentir dor, nas fases intermediária ou avançada”, reforçou o especialista, que é membro da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) e tem mais de 20 anos de experiência na área.

Foto: divulgação

Manôbike tem 111% mais procura em fevereiro do que no mesmo mês do ano passado

Criado para dar mais mobilidade à capital do Amazonas, o Manôbike, fruto da parceria entre a Prefeitura de Manaus e o Hapvida, teve um aumento de 111% na procura pelo serviço em fevereiro deste ano, realizando 701 viagens no mês, contra 332 no mesmo período de 2018. Para se ter uma ideia, já são mais de 16 mil viagens realizadas.

E como a capital já possui uma frota de mais de 700 mil veículos segundo dados do Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas (Detran-AM), cada vez mais é importante o uso de meios alternativos de transporte não poluentes e que visam à melhoria na qualidade de vida dos cidadãos.

O projeto já conta com 15 estações de retiradas de bicicletas, sendo as novas estações localizadas na rua Ramos Ferreira esquina com Major Gabriel; na avenida Sete de Setembro, no final da ponte de ferro, em frente ao mercado municipal Walter Rayol, no Terminal 1 (T1), na avenida Constantino Nery, próximo da Leonardo Malcher, e no Terminal 2 (T2), na Cachoeirinha, na avenida Manicoré, esquina com Carvalho Leal.

A estação que funcionava antes na rua Miranda Leão foi transferida e está implantada agora na Praça da Matriz, mais próximo do terminal. Sábados e domingos são os dias de maior uso do modal, e o horário preferido pelos usuários é o das 16h às 18h. As estações com maior número de retiradas e bikes devolvidas são as que ficam ao lado do Teatro Amazonas e nas proximidades do Parque Jefferson Péres.

A ideia de ter as estações das bicicletas compartilhadas é facilitar a integração e conexões entre modais de transporte, para que o uso seja voltado para mobilidade urbana e deslocamentos dentro da cidade, seja para o trabalho, estudo ou lazer.

Segurança

Para segurança, conforto e melhor mobilidade aos ciclistas, a Prefeitura de Manaus implantou 14,5 quilômetros de ciclorrotas, com sinalização horizontal e vertical, num grande quadrilátero no Centro.

Vale destacar que as ciclorrotas indicam a presença e a preferência da bicicleta. Essa alternativa tem sido uma solução adotada por várias cidades para projetos de ciclomobilidade, sendo um modelo mais simples, fácil de implantar e com pouco impacto viário. Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Aracaju, Vitória, Curitiba e, agora, Manaus, possuem ciclorrotas.

Como funciona?

O sistema funciona de segunda-feira a domingo, das 6h às 23h, para retirada do equipamento, e 24 horas para devolução. No site www.manobike.com.br, o usuário pode se cadastrar e conhecer mais detalhes do projeto. 

Após cadastro no aplicativo e/ou no site (www.manobike.com.br), o usuário da Manôbike tem a opção de adquirir o passe mensal (R$ 10) ou diário (R$ 5), e não paga valor adicional desde que use de acordo com as regras do projeto. De segunda a sábado, o uso pode ser de 60 minutos ininterruptos, quantas vezes por dia o usuário desejar, desde que respeite o intervalo de 15 minutos entre as viagens. Aos domingos e feriados, o uso passa a ser de 90 minutos.

As estações da Manôbike funcionam alimentadas por energia solar e são interligadas via sistema de comunicação sem fio, redes 3G e 4G, permitindo que estejam conectadas 24 horas por dia.

Foto: divulgação

Inpa vai realizar em parceria maior soltura de peixes-bois da Amazônia no final de semana

Doze peixes-bois da Amazônia serão reintroduzidos no próximo fim de semana na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Piagaçu-Purus, próximo ao município de Beruri e a 173 quilômetros de Manaus. Esta será a maior soltura de peixes-bois da Amazônia já realizada na história. A ação, que inicia dia 22 e vai até dia 25 de março, é realizada pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), em parceria com o Projeto Mamíferos Aquáticos da Amazônia e o Museu na Floresta.

O Projeto Mamíferos Aquáticos da Amazônia é patrocinado pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, e executado pela Associação Amigos do Peixe-boi (Ampa) em parceria com o Projeto Museu na Floresta, uma cooperação com a Universidade de Quioto (Japão).

Os animais que serão devolvidos à natureza foram vítimas de caça ilegal ou captura acidental, explica o responsável pelo Programa de Reintrodução de Peixes-bois, biólogo Diogo de Souza. “Os peixes-bois filhotes resgatados são reabilitados no Inpa em tanques de fibra. Geralmente, eles perdem a mãe para a caça ou são pegos em redes de pesca”, diz Souza, que é mestre em Biologia de Água Doce e Pesca Interior pelo Inpa.

A coordenadora do Projeto, a pesquisadora do Inpa Vera da Silva, alerta que o peixe-boi da Amazônia (Trichechus inunguis) é uma espécie ameaçada de extinção e por isso o Programa de Reintrodução é essencial para a conservação da espécie. “Eles são animais dóceis e com movimentos lentos, por isso acabam sendo alvos para a caça. E para restabelecer a população dessa espécie, que é muito importante para o equilíbrio dos ecossistemas aquáticos, a Ampa e o Inpa realizam o Programa de Reintrodução de Peixes-Bois há dez anos”, explica a pesquisadora que é doutora pela Universidade de Cambridge.

O Inpa já reintroduziu aos rios da Amazônia 23 peixes-bois. Desde 2016, eles são soltos na RDS Piagaçu-Purus, baixo rio Purus, onde as comunidades dessa unidade de conservação do estado do Amazonas são parceiras do Programa. A última soltura aconteceu em abril de 2018, quando foram reintroduzidos dez animais, cinco machos e cinco fêmeas.

“Nossa ideia é levar de maneira recorde doze animais de uma só vez. O sucesso das solturas passadas com os animais se readaptando muito bem à natureza, nos permitiu acelerar o processo”, ressalta o responsável pelo programa de Reintrodução.

Readaptação à natureza

Após a reabilitação, os animais passam pela etapa de semicativeiro em uma fazenda de piscicultura em Manacapuru durante um ano, antes de serem selecionados para serem soltos na natureza. Já na área de soltura, a várzea da Reserva Piagaçu-Purus, os animais estão aptos para se alimentar sozinhos, explica Souza.

“Eles comem por dia o equivalente a cerca de 10% do seu peso e no cativeiro, em Manaus, são alimentados prioritariamente com vegetais cultivados e capim membeca. Na Reserva, estes animais terão uma diversidade na dieta de mais de 60 espécies de plantas aquáticas”, comenta.

Os animais selecionados têm idade entre três e 16 anos, pesam cerca de 120 quilos e medem em média 2 metros de comprimento. Os resultados clínicos foram satisfatórios e selecionados os doze animais mais aptos para a soltura (sete fêmeas e cinco machos). Os machos são o Terra Nova, Otinga, Piraporã, Manicoré e #183 (ainda sem nome); e as fêmeas Ayara, Poraquequara, Janã, Jaci, Maná, Anibá e Urucará.

Conforme Souza, os animais estão em boas condições de saúde, com peso e tamanho adequados. “Dos 12 animais, cinco receberão os cintos transmissores para monitoramento pós-soltura”, destaca o biólogo, e acrescenta que os outros sete serão soltos diretamente na natureza e não serão monitorados em razão de 100% de sucesso na adaptação dos outros indivíduos que já foram reintroduzidos.

A operação

A equipe sairá da sede do Inpa, em Manaus, na madrugada de sexta-feira (22) e deverá chegar ao amanhecer no lago do semicativeiro, em Manacapuru. Lá, os doze peixes-bois selecionados deverão ser recapturados e retirados do lago um a um e transportados de caminhão até o barco, numa distância de 500 metros.

O barco, ancorado as margens do rio Solimões, estará equipado com três piscinas de fibra para acondicionar os animais durante a viagem, que deverá durar 15 horas até a Reserva Piagaçu-Purus, localizada entre os interflúvios Purus-Madeira e Purus-Juruá.

Durante a viagem, os animais serão monitorados em tempo integral pela equipe do Laboratório de Mamíferos Aquáticos (LMA/Inpa), para avaliar o comportamento dos animais, verificar a frequência respiratória e troca de água das piscinas.

A chegada dos peixes-bois na Reserva está prevista para a manhã de sábado (23), quando haverá uma atividade de educação ambiental com os moradores das comunidades da reserva para conscientizar sobre a importância da preservação do peixe-boi.  À tarde do mesmo dia, a expedição segue para o local de soltura, um lago de várzea na RDS Piagaçu-Purus.

Serão soltos na natureza oito animais no primeiro dia, e outros quatro no segundo dia, e iniciado o monitoramento por radiotelemetria. Após o encerramento das atividades, previsto para a tarde do dia 24 de março (domingo), a equipe retorna para a capital devendo chegar na manhã seguinte (25).

Foto: Luciete Pedrosa/acervo Inpa

Curso ensina técnicas de Feng Shui em Manaus

Tudo o que nos rodeia ou o que fazemos gera energia. Saber aproveitar esta vitalidade vinda da natureza de forma a promover o equilíbrio é o que propõe a técnica do Feng Shui, tradição milenar de harmonização dos ambientes, também conhecida como “medicina ou acupuntura dos espaços”. A arte chinesa trabalha o espaço em que vivemos de forma a conjugá-lo com a Natureza e as Leis do Universo. Envolve diretamente as áreas de Urbanismo, Arquitetura, Paisagismo, Decoração e Design de Interiores.

Utilizado em projetos de casas, escritórios e outros ambientes, o Feng Shui pode ajudar a encontrar os melhores espaços para estudar, dormir, comer e qualificar os mesmos para maior rendimento.

Consultor há mais 20 anos no ramo, o arquiteto e urbanista Eduardo Rosa, formado pela Universidade de Brasília e sócio-diretor da Dedalus Arquitetura e Feng Shui, estará em Manaus nesta sexta-feira e sábado (15 e 16.03) para ministrar curso sobre o tema, realizado pela Nova Acrópole Manaus.

“O Feng Shui trabalha com métodos para perceber como estão os fluxos de energia na edificação, que vão influenciar diretamente a nossa vida de maneira positiva ou negativa. Todos elementos da casa devem ser avaliados em relação as características individuais de cada pessoa que usa o espaço. Depois desta avaliação prévia faz-se as intervenções necessárias (soluções) para manter o espaço ‘saudável’”, afirma Rosa.

O curso tem carga horária de 9h e dá direito a certificado. Entre os assuntos que serão abordados estão: Chi, energia vital e as escolas de Feng Shui; os cinco elementos e seus ciclos; Tartaruga e Fênix (layout); técnica Min Gua (direções pessoais); cálculo e características de cada número pessoal; uso da bússola para posicionamento de camas, mesas no escritório, fogão, sofá e porta de entrada; técnica  uso quantificador do Ba Zhai; exercícios práticos, entre outros.

Sobre o consultor

Eduardo Rosa é professor de Filosofia Ocidental e Oriental desde 1999 da Organização Internacional Nova Acrópole, faixa-preta e instrutor de Nei Kung (arte marcial baseada no I Ching) pelo Instituto Internacional de Artes Marciais Bodhidharma e já ministrou cursos e fez consultorias em diversos locais do Brasil como SC, PR, SP, MG, GO, DF, MA, PE, CE, PB, AM, RN, RO, TO e PA.

Sobre Nova Acrópole

 Nova Acrópole é uma organização internacional de caráter filosófico, cultural e voluntário que atua há 59 anos na promoção do estudo da filosofia de maneira prática, buscando fazer com que os ensinamentos das obras clássicas sejam debatidos no mundo contemporâneo, por tratarem das grandes questões humanas, como convivência, civilidade, desenvolvimento das potencialidades individuais e a construção de uma sociedade melhor.

Com este propósito de promover a reflexão e o crescimento do ser humano, desde 2005, Nova Acrópole celebra o Dia Mundial da Filosofia com seminários, apresentações artísticas e exposições em eventos por todo o Brasil. Em 2017, Nova Acrópole mais uma vez promove as celebrações do Dia Mundial da Filosofia, dentro do espírito de gerar reflexão sobre os desafios vividos pelo homem e a mulher contemporâneos.

SERVIÇO:

O QUÊ: Curso Feng Shui

QUANDO: 15/03 (sexta) de 19h às 22h e 16/03 (sábado) de 9h às 12h e 15h às 18h

CARGA HORÁRIA: 09 horas

ONDE: Nova Acrópole Manaus. Rua Teresina, nº75, Adrianópolis

QUANTO: R$ 270 até o dia 15/03 | R$ 300 (no dia) | R$ 250 reais para alunos de Nova Acrópole, arquitetos e estudantes mediante apresentação de comprovante

Link para inscrição: http://bit.ly/fengshui_na

Link para pagamento antecipado: https://pag.ae/7UEB2VxS1

* Emissão de certificados condicionada à pré inscrição no site e presença em pelo menos 75% do curso. 
** Pagamento não reembolsável.

Foto: divulgação