Segeam doa totens para a dispensação de álcool gel 70% a unidades públicas de saúde

A Associação Segeam (Sustentabilidade, Empreendedorismo e Gestão em Saúde do Amazonas) doará às unidades da rede pública de saúde do Amazonas, 18 unidades de totens dispensers de álcool gel 70% antisséptico, que ajudarão na prevenção à Covid-19 e mitigação de seus impactos na rede SUS. Segundo a presidente da instituição, enfermeira Karina Barros, os primeiros itens foram entregues nesta semana, ao Serviço de Pronto Atendimento Danilo Corrêa (Cidade Nova, zona Norte), e às maternidades Ana Braga (zona Leste) e Nazira Daou (Zona Norte).

Ela explica que a ação visa fortalecer a rede de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus e, ao mesmo tempo, garantir mais segurança a pacientes e profissionais que atuam na rede pública, entre eles, enfermeiros da própria Segeam.

“No campo da responsabilidade social, traçamos cronogramas de ações que visem o bem-estar coletivo. E por estarmos em um momento difícil, sabemos que iniciativas como essa fazem toda a diferença”, destacou. Os totens possuem um sistema de dispensação do produto que deve ser acionado na base, com a ajuda dos pés, evitando o contato direto com as mãos.

A idéia foi pautada em recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) e de demais autoridades da área, as quais apontam que uma das formas de se minimizar o contágio do covid-19 (vírus SARS-COV-2) é o uso do álcool etílico 70% em forma de gel para assepsia das mãos e higienização de superfícies e objetos.

Em fevereiro deste ano, o presidente do Conselho Federal de Química (CFQ), José de Ribamar Oliveira Filho, emitiu nota reforçando que o álcool etílico (etanol) é um eficiente desinfetante de superfícies/objetos e antisséptico de pele. “Para este propósito, o grau alcoólico recomendado é 70%, condição que propicia a desnaturação de proteínas e de estruturas lipídicas da membrana celular, e a consequente destruição do microrganismo”.

No âmbito do SUS, a utilização do produto é considerada essencial, pois é nas unidades de saúde que os profissionais ficam expostos a vírus e bactérias, diariamente, e o álcool ajuda a evitar contágios em todos os setores da assistência.

 Unidades a serem beneficiadas com a doação

– Maternidade Nazira Daou

– Maternidade Ana Braga

– Instituto da Mulher dona Lindu

– Maternidade Balbina Mestrinho

– Maternidade Chapot Prevost

– Hospital e Pronto Socorro João Lúcio

– Hospital e Pronto Socorro 28 de Agosto (serão 2 unidades)

– Hospital e Pronto Socorro da Criança Zona Sul

– Hospital e Pronto Socorro da Criança Zona Leste

– Hospital e Pronto Socorro da Criança Zona Oeste

– Hospital e Pronto Socorro Platão Araújo

– Policlínica PAM Codajás

– Policlínica PAM Gilberto Mestrinho

– Policlínica Zeno Lanzini

– Policlínica e SPA Danilo Corrêa

– Policlínica José Lins

– Lar Residencial Terapêutico Rosa Blaya (SRT)

Foto: divulgação

ONG busca doações para o resgate da autoestima de pacientes que lutam contra o câncer

Para ampliar as ações voltadas ao resgate da autoestima de mulheres portadoras do câncer de mama, a Rede Feminina de Combate ao Câncer do Amazonas está em busca de doações que financiem a confecção de sutiãs com enchimento, os quais serão destinados, no dia 6 de julho, a pacientes pré-selecionadas pelo Serviço Social da Fundação Cecon, durante uma atividade que receberá o apoio da Liga Amazonense Contra o Câncer (Lacc).

A meta é arrecadar pelo menos R$ 2 mil para a compra de insumos para a produção, explica a presidente da Rede, Tammy Cavalcante. De acordo com ela, as doações podem ser feitas através da vakinha virtual da ONG (https://www.vakinha.com.br/vaquinha/dia-das-criancas-rede-feminina-de-combate-ao-cancer-amazonas), ou, via transferência bancária (Banco Sicoob, Código 756, Agência 3352, Conta Corrente 138-4, CNPJ: 07.154.473/0001-92).

“Serão entregues 20 sutiãs com próteses e mais 20 próteses individuais. A idéia é confeccionar, inicialmente, pelo menos 80 peças, a serem doadas gradativamente, durante as atividades de acolhimento das pacientes oncológicas”, explicou Tammy.

As próteses que irão compor os sutiãs para mulheres mastectomizadas (que perderam parcialmente ou completamente as mamas), serão confeccionadas por voluntárias da Rede Feminina e o tecido para o bojo foi doado pela Tapajós Tecido, parceira no projeto.  Os demais materiais precisam ser custeados, como silica gel, malha para a capa protetora, enchimentos e afins.

O câncer de mama é o segundo em incidência no Amazonas e o primeiro no mundo. Tammy explica que o procedimento de mastectomia é, em geral, muito traumático às pacientes e acaba afetando a autoestima e muitas vezes, o equilíbrio psicológico, além do convívio social. Apesar de uma parte delas optar pela cirurgia de reconstrução da mama, a grande maioria acaba não se submetendo a esse procedimento. E as próteses artesanais são o pontapé inicial para superar esse obstáculo.

“Trabalhamos também outras ações voltadas ao resgate da vaidade, com voluntárias de cursos de estética, que ajudam com cortes de cabelo, escovação, manicure, maquiagem, depilação, entre outros serviços. Temos um espaço dedicado exclusivamente a essas ações, na sede da Lacc (Dom Pedro), que funciona através de agendamento. É uma forma de mostrarmos que essas pacientes não estão sozinhas e também de reforçar a humanização durante o tratamento contra o câncer, que é longo e muito difícil”, explicou.

Foto: divulgação

Os desafios da enfermagem no tratamento de pacientes graves com covid-19

As medidas adotadas pelas equipes de enfermagem, com o apoio de demais profissionais e gestores da saúde, têm ajudado a salvar vidas, especialmente nos serviços de Urgência e Emergência do Amazonas. Além do desafio de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus, há também o da capacitação e atualização periódica para a melhoria da assistência, algo que ocorre de forma paralela às práticas de segurança ao paciente e ao trabalhador, explica a presidente da Associação Segeam (Sustentabilidade, Enfermagem e Gestão em Saúde), enfermeira Karina Barros.

O aperfeiçoamento dos protocolos de segurança, ocorrido desde o início da pandemia no Brasil, garantiu que grande parte dos profissionais não fosse contaminada durante a atuação em saúde.

No caso dos enfermeiros emergencistas, a realização ou suporte às entubações, reanimações de pacientes portadores de covid-19 e o frequente contato com secreções e gotículas de saliva (aerossol), além da prática de aspirar as vias respiratórias, colocam os profissionais de frente com o vírus, diariamente. Por isso, a insistência no uso contínuo de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) e álcool em gel 70% antisséptico durante os plantões. 

“O face shield (viseira), por exemplo, impede que na hora da reanimação, na qual parte dos pacientes está em ventilação mecânica, a chuva de aerossol chegue até o profissional de saúde. Associado às máscaras, a proteção é ainda maior”, destaca.

Modalidades e classificação de risco

Entre as modalidades de pacientes recebidos nos serviços de Urgência e Emergência, estão: os clínicos, os traumáticos e os com covid-19. Há casos em que pacientes com covid se enquadram nas três categorias. Outra medida adotada com a chegada da covid-19, foi a adaptação do Protocolo de Manchester, conhecido popularmente como Classificação de Risco.

Uma derivação desse protocolo, que usa as cores para determinar a gravidade de cada paciente, e assim, a prioridade no atendimento, gerou as chamadas Salas Rosas, que contém sua própria subclassificação, conforme o grau de gravidade da Síndrome Respiratória Aguda (SRA). O tema foi abordado durante a Primeira Semana da Enfermagem Segeam, que contou com a participação de profissionais de diversas áreas de atuação.

Nota Técnica

Em março deste ano, o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) emitiu mais uma nota técnica, com recomendações aos profissionais da enfermagem, durante a pandemia do novo Coronavírus, que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII), em janeiro. A nota também reforça medidas educativas que visam minimizar os efeito da pandemia.

Na nota, a entidade destaca a relevância da Enfermagem na detecção e avaliação dos casos suspeitos, não apenas em razão de sua capacidade técnica, mas também por constituírem-se no maior número de profissionais da área da saúde, e serem a única categoria profissional que está nas 24 horas junto ao paciente.

E recomenda realizar a higiene das mãos antes e depois do contato com pacientes ou material suspeito e antes de colocar e remover os EPIs; evitar exposições desnecessárias entre pacientes, profissionais e visitantes dos serviços de saúde;  estimular a adesão e adotar as demais medidas de controle de infecção institucionais e dos órgãos governamentais (Ministério da Saúde, Anvisa e Secretarias de Saúde); apoiar e orientar medidas de prevenção e controle para o novo coronavírus (covid-19); reforçar a importância da comunicação e notificação imediata de casos suspeitos para infecção humana pelo novo covid); manter-se atualizado a respeito dos níveis de alerta para intervir no controle e prevenção deste agravo; estimular a equipe de Enfermagem a manter-se atualizada sobre o cenário global e nacional da infecção humana pelo novo Coronavírus (covid-19), por meio de fontes de informação oficiais; orientar e apoiar o uso, remoção e descarte de Equipamentos de Proteção Individual para os profissionais da equipe de enfermagem de acordo com o protocolo de manejo clínico para a infecção humana pelo novo Coronavírus (covid-19), conforme recomendação da Anvisa; realizar a limpeza e desinfecção de objetos e superfícies tocados com frequência pelos pacientes e equipes assistenciais, entre outros.

Confira a íntegra da nota: http://www.cofen.gov.br/cofen-publica-nota-de-esclarecimento-sobre-o-coronavirus-covid-19_77835.html

Foto: divulgação

Eirunepé inaugura ala com 19 leitos exclusivos para tratamento de covid-19 e prorroga restrições do comércio no município

A Prefeitura de Eirunepé inaugurou no último domingo, 31 de maio, uma nova ala no Hospital Regional Vinicius Conrado, com 19 leitos de enfermaria, que já está funcionando e atendendo pacientes com covid-19. Com a entrega, a unidade de saúde passa de 61 para 80 leitos disponíveis. Também foi publicado um decreto que prorroga as restrições para o funcionamento do comércio do município até dia 30 deste mês.

A inauguração foi realizada pelo prefeito Raylan Barroso, junto com secretário Executivo Adjunto de Atenção Especializada do Interior, da Secretaria de Estado de Saúde (Susam), Cássio Roberto do Espírito Santo.

O local, que foi todo reformado e adaptado pela prefeitura, agora funciona exclusivamente para atender pessoas com sintomas de síndrome gripal inclusive possíveis pacientes de covid-19, em baixa e média complexidade. A ala foi equipada com três respiradores mecânicos, cardiovessor, bomba de infusão, monitores, cápsulas “Vanessa”, entre outros.

O secretário da Susam falou sobre a participação do Estado e no apoio dado à prefeitura neste momento de pandemia. “Estamos integrando três leitos de Unidades de Cuidados Intermediários completos, com respiradores invasivos, com bombas de infusão, como monitores e desfibrilador, projeto este do Governo do Estado, que apoia neste momento de pandemia os municípios polos, em parceria com o governo federal, governo estadual e prefeitura, vamos atendendo as demandas do estado, para melhorar a qualidade de saúde da população”, finalizou Cássio.

A prefeitura garantiu que o espaço, além de equipamentos, também conte com uma equipe completa de profissionais formada por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e motorista, todos atuando com equipamentos de proteção indicados para garantir a proteção da equipe.

“Esta é uma ala preparada para atender as pessoas infectadas com a Covid-19, que construímos e equipamos pensando em salvar vidas neste momento tão difícil.  Estamos adquirindo equipamentos, insumos, EPIs, entre outros, em grande parte com recursos próprios, mas também com a ajuda do Governo do Amazonas que tem sido um grande parceiro e que ajudou muito na implantação deste espaço no hospital”, disse o prefeito Raylan Barroso.

O chefe do executivo de Eirunepé lembrou que a prefeitura também adquiriu aparelhos respiradores e BiPAPs para ampliar a oferta de tratamento na cidade.

Prorrogação

Já na manhã de segunda-feira, a prefeitura de Eirunepé prorrogou as medidas de enfrentamento à disseminação do covid-19 no município. O novo decreto se estende até dia 30 de junho.

No texto da publicação, fica definido que o horário de funcionamento dos estabelecimentos de comércio varejista em geral e de prestação de serviços no município de Eirunepé será de segunda à sexta-feira, das 7h às 11h e das 14h às 17h. No sábado e domingo o funcionamento será das 7h às 12h. 

Foto: divulgação

Suporte psicológico ajuda profissionais da enfermagem no enfrentamento à pandemia de covid-19

Com a proposta de fornecer apoio psicológico durante o período de pandemia do novo coronavírus, a Associação Segeam (Sustentabilidade, Empreendedorismo e Gestão em Saúde do Amazonas), criou um canal de diálogo com seus colaboradores – em sua maioria, profissionais da enfermagem -, para trabalhar o controle da ansiedade durante o exercício da profissão e também no pós-plantão. A psicóloga Francivânia Vieira, gerente do Núcleo de Educação Permanente da instituição, explica que a metodologia inclui o envio de material didático, dinâmicas e atendimento presencial, caso necessário.

O grupo é coordenado por ela e pela psicóloga Quézia Freitas, que atua no Ambulatório de Egressos da Secretaria de Estado da Saúde (Susam). De acordo com Francivânia, a medida foi adotada considerando a carga de estresse obtida por esses profissionais, que estão na linha de frente do combate à covid-19, cuja disseminação segue acelerada em vários países, inclusive no Brasil, conforme dados de instituições como a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A metodologia segue protocolos de psicologia e o Código de Ética da categoria e inclui recomendações como: procurar um lugar mais calmo, se possível, para alguns minutos de reflexão durante o dia; praticar exercícios respiratórios – principalmente ao acordar e na hora de dormir; buscar dialogar quando se sentir ansioso e utilizar a tecnologia a seu favor para não se sentir só, mantendo, assim, um contato permanente com o mundo externo (o uso de videochamadas é um exemplo neste último caso).

“Sabemos que não é fácil encarar uma pandemia. O trabalho desses profissionais tem sido essencial para salvar centenas de vidas no nosso Estado e eles merecem um tratamento especial, com todo o apoio necessário. Mas também sabemos que, ao sair do plantão, muitos deles sentem dificuldade em se desligar da realidade hospitalar. Tentamos ajudar ouvindo as experiências dessas pessoas, pois o equilíbrio psicológico é essencial para que elas não adoeçam e mantenham-se firmes nessa missão assistencial”, destacou.

O acesso ao serviço de atendimento criado pela Segeam se dá através dos coordenadores das equipes de cada unidade de saúde onde os colaboradores atuam, a exemplo de prontos-socorros e maternidades públicas.

Protetor facial

Fracivânia explica que a Segeam tem adotado outras medidas de suporte ao controle da disseminação do coronavírus e proteção de seus colaboradores. Um exemplo é a aquisição de mil protetores faciais, que estão sendo entregues, desde a semana passada, aos profissionais de enfermagem contratados pela empresa, durante seus plantões.

Os EPIs (equipamentos de proteção individual), denominados ‘Face Shield’, impedem, por exemplo, que haja a contaminação de enfermeiros por gotículas de saliva que sejam eventualmente expelidas por pessoas com covid-19.

Foto: divulgação

Exposição “Nipetirã” é recorde de visitação e terá catálogo virtual

A Coletiva reúne mais de 130 obras de arte de 4 artistas indígenas e foi visitada por mais de 10 mil pessoas, na Galeria do Largo, em Manaus-AM

Um pouco mais de 10 mil pessoas visitaram a exposição Nipetirã, que ficou em cartaz durante 4 meses e meio na Galeria do Largo, no Largo de São Sebastião, Centro de Manaus-AM. Aberta em outubro de 2019 para marcar as comemorações do Governo do Amazonas pelos 350 anos da cidade de Manaus, a exposição “Nipetirã” (que significa “todos” na língua Tukano) apresentou a cultura ancestral amazônica por meio de 130 obras de arte de quatro artistas indígenas – Dhiani Pa’saro (etnia Wanano), Duhigó (etnia Tukano), Sãnipã (etnia Apurinã/Kamadeni) e Yúpuri (etnia Tukano). Um catálogo virtual e imagens da exposição poderão ser vistas futuramente na internet.

A exposição apresentou um projeto expográfico que contemplou quatro ambientes artísticos com murais pintados nas paredes da Galeria do Largo e que expressam o imaginário, a mitologia, o cotidiano e a ambiência destes artistas dentro suas etnias. Além dos murais, a mostra exibiu 54 obras – entre pinturas e quadros de marchetaria – e 72 esferas de acrílica sobre ouriço de castanha-do-Pará, exibidas em uma instalação em formato de totem na parte central da exposição.

Nipetirã: Carlysson Sena, Duhigó, Yúpuri, Sãnipã e Dhiani Pa’saro

Promovida pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, em parceria com a Manaus Amazônia Galeria de Arte, a exposição teve entrada gratuita e é um sucesso de público. Os artistas expositores que já possuem projeção nacional puderam com a exposição serem um pouco mais conhecidos pela cidade. “A arte amazônica é, de fato, um presente para quem pode apreciá-la. É uma honra poder apresentar em um dos espaços da SEC uma exposição totalmente feita por artistas indígenas, que representam uma face importante do nosso povo”, destacou Marcos Apolo Muniz, secretário da cultura e economia criativa.

Para Carlysson Sena, fundador da Manaus Amazônia Galeria de Arte, a exposição foi um marco importante, pois conectou a população aos quatro artistas que estão salvaguardando suas culturas, por meio das artes visuais. Criou também um elo de conhecimento e amor de quem visitou, com a arte contemporânea produzida na Amazônia e com a temática amazônica. “Vamos eternizar a exposição por meio de um catálogo virtual e imagens em vídeo que irão compor um passeio pela exposição, como se ela nunca tivesse sido encerrada. Este material está em produção pela Manaus Amazônia Galeria de Arte e estará disponível no site da galeria em breve”, avaliou Carlysson.

Ancestralidade

O diretor da Galeria do Largo e curador da exposição, Cristóvão Coutinho, explicou que a parceria com a Manaus Amazônia Galeria de Arte e a Galeria do Largo, proporcionou ao espaço expositivo oportunidades inúmeras, em que a sociedade tomou conhecimento de sua relação existencial com uma produção artística concebida por artistas que tem em seu DNA elementos culturais dos povos indígenas da Amazônia. “A mostra possibilitou aproximações de concepções estéticas, nesse momento de inserção da identidade de nossas ancestralidades, e foi perceptível a imersão dos visitantes na proposta curatorial da Nipetirã”, completou Coutinho.

Na proposta curatorial, a artista Sanipã trouxe as esferas/ouriços e pintou grafismos das etnias das quais descende – Apurinã e Kamadeni – que resgatam a memória desses povos, caracterizando o ambiente sobre o universo. Duhigó preparou um ambiente que fala sobre a casa, com pinturas sobre as pedras do município de São Gabriel da Cachoeira, sua terra natal, e trazendo referências de sua mitologia Tukano. Dhiani Pa’saro pintou o ambiente sobre o sagrado, com representações de rituais, o pajé, a música e instrumentos sagrados dos Wanano. Já Yúpuri fez o ambiente sobre o mundo, com grafismos e pinturas que refletem sobre sua identidade inserida no mundo contemporâneo.

Duhigó, artista plástica da etnia Tukano, batizou o nome da exposição com um nome indígena que é muito significativo, pois une o trabalho de artistas de diversas etnias. “Nipetirã somos todos nós artistas indígenas, que buscamos trazer de volta aquilo do passado que ainda tem em nossa imaginação e que nós queremos mostrar para que as pessoas possam conhecer, apreciar e pesquisar”, diz a artista que, junto com Dhiani Pa’saro, está também em exposição nacional coletiva e itinerante intitulada “VaiVém”, nos Centros Culturais Banco do Brasil de São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte – reunindo 113 artistas com obras de arte sobre as redes de dormir brasileiras.

Todos Artistas

Sanipã (significa “Caba”, um tipo de vespa) nasceu em 31 de outubro de 1979, na região do Caetitu, localizada no município de Lábrea, nas margens do rio Purus, Amazonas. Em 2005, formou-se no curso de Pintura da Escola de Arte do Instituto Dirson Costa de Arte e Cultura da Amazônia, em Manaus. Tornou-se a primeira indígena da etnia Apurinã e Kamadeni a se profissionalizar nas artes visuais. Atualmente vive e trabalha em Manaus e Lábrea. Em sua arte, expressa a cultura dos dois povos que descende: Apurinã e Kamadeni. Em suas telas e suportes derivados da floresta, há os grafismos, artefatos, rituais e o imaginário que envolve sua vivência como indígena da Amazônia. Sãnipã resgata a memória de sua tribo e de seu povo, com leituras e releituras da estética indígena.

Sanipã é a primeira indígena da etnia Apurinã e Kamadeni a se profissionalizar nas artes visuais

Dhiani Pa’saro (nome que significa “Pato do Mato”, na língua indígena Wanano) é um índio da etnia Wanano e nasceu em 23 de fevereiro de 1975, na aldeia Tainá, no município de São Gabriel da Cachoeira, na região do Alto Rio Negro. É filho de pai Wanano e mãe Kobéua. Veio para Manaus aos 23 anos e formou-se em Pintura e Marchetaria na Escola de Arte do Instituto Dirson Costa de Arte e Cultura da Amazônia, em 2007 e 2008. É o primeiro indígena da etnia Wanano a se profissionalizar nas artes visuais. Fala fluentemente as línguas indígenas Wanano, Kobéua e Tukano. Em suas telas, Dhiani expressa, principalmente, a cultura primitiva e ancestral da Amazônia na cosmovisão indígena, dentro de uma expressão poética original e muito própria de um artista que vê na arte a possibilidade de salvaguardar a memória ancestral de seu povo Wanano.

Dhiani revela a cultura primitiva e ancestral da Amazônia na cosmovisão indígena

Duhigó (significa “primogênita”, na língua indígena Tukano) nasceu em 02 de março de 1957, na aldeia Paricachoeira, município de São Gabriel da Cachoeira, região do Alto Rio Negro. É filha de pai Tukano e mãe Dessana (etnias amazônicas). Mora em Manaus desde 1995. Concluiu o curso de Pintura na Escola de Arte do Instituto Dirson Costa de Arte e Cultura da Amazônia, em 2005, tornando-se a primeira indígena da etnia Tukano a se profissionalizar nas artes visuais. Em suas telas, expressa, principalmente, a cultura ancestral da Amazônia na cosmovisão indígena.

Duhigó tem produção artística continua e já participou de exposições no Brasil e no exterior

Também costuma representar em seus trabalhos o cotidiano próprio das “nações” indígenas, seus artefatos e elementos mitológicos. Sua prioridade é registrar a memória dos índios Tukano, assim como a natureza amazônica presentes em sua memória afetiva. Fala fluentemente as línguas indígenas Tukano, Dessana e Tuyuka, além do português. Desde 2005, Duhigó possui uma contínua produção artística que já lhe rendeu exposições no Brasil e no exterior. Em 2009, o Governo do Amazonas presenteou o presidente da Fifa, Joseph Blatter, com sua obra “Pote Tukano”, durante a campanha para a cidade de Manaus se tornar sub-sede da Copa do Mundo de 2014.

A pintura de Yúpuri tem como característica poética os registros de rituais, o cotidiano caboclo e indígena da Amazônia

Yúpury (significa “o primogênito da nação Tukano da 3ª geração”, na língua Tukano) nasceu em Porto Velho, Rondônia, no dia 15 de julho de 1987, filho de mãe Tukano e pai baiano. Em 2007, concluiu o curso de Pintura na Escola de Arte do Instituto Dirson Costa de Arte e Cultura da Amazônia, em Manaus. Filho da artista Duhigó sempre acompanhou sua mãe no ofício das artes visuais, desenvolvendo o seu próprio estilo. Atualmente, Yúpury encontra na arte uma terapia e uma forma de contribuir para que os hábitos e costumes de sua etnia Tukano sejam preservados. O que antes era uma memória guardada na oralidade indígena passa a ser eternizado pela arte visual do artista. Sua pintura tem como característica poética os registros de rituais, o cotidiano caboclo e indígena da Amazônia, bem como os elementos mitológicos dos índios tukano em diálogo com a contemporaneidade.

Texto e Fotos: Manaus Amazônia Galeria de Arte/Divulgação

Ações de rastreio e informação pautaram o Novembro Azul no Amazonas

Durante o último mês, médicos urologistas membros da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), realizaram, no Brasil, ações voltadas ao rastreio do câncer de próstata, além de uma extensa programação que incluiu palestras, rodas de conversa e orientação ao público, sobre temas ligados à saúde do homem. No Amazonas, o cirurgião urologista da Urocentro Manaus, Dr. Giuseppe Figliuolo, destaca que as atividades fizeram parte do cronograma do Novembro Azul, movimento que é realizado há cerca de dez anos no País, e que busca fortalecer a política de assistência ao público masculino, além de democratizar o debate acerta do tema.

Presidente da seccional da SBU no Amazonas, Figliuolo destaca que reuniu cerca de mil pessoas em palestras realizadas por ele, em parceria com o poder público e instituições privadas, além de participar de pelo menos duas ações assistenciais, com o atendimento médico de 220 homens na faixa etária de risco para o câncer de próstata (a partir dos 50 anos).

“O propósito da campanha, que ainda é muito recente no Brasil, é de chamar a atenção dos homens sobre a necessidade da realização do check-up médico, a partir dos 45 ou 50 anos, anualmente. Mas também, é de dialogar com o poder público, para ampliar a rede de assistência, com estruturas voltadas especificamente para o atendimento do público masculino”, destacou.

Figliuolo explica que os homens morrem mais cedo que as mulheres e são maioria na estatística de óbitos, o que aciona o alerta para a importância de políticas públicas de prevenção às doenças masculinas, em especial, às urológicas, que se não tratadas a tempo e da forma adequada, podem causar sofrimento prolongado e levar à morte precocemente.

“Um exemplo disso é o câncer de próstata, que tem previsão de 580 casos no Estado. A maioria desses diagnósticos deverá acontecer nas fases intermediária ou avançada da doença. Isso porque, culturalmente, os homens só procuram um médico quando sentem algum sintoma. E como o câncer é uma doença silenciosa, que só apresenta sinais quando já passou da fase inicial, muitos deles precisam passar por tratamentos invasivos e têm as chances de cura reduzidas”, explicou.

Para o especialista, essa realidade pode ser mudada com campanhas permanentes sobre o tema, a ampliação da assistência e o esclarecimento da população.

“Em 2019, o envolvimento das instituições públicas e privadas, da imprensa e da sociedade em geral, foi maior que nos anos anteriores. Mas, ainda precisamos reforçar a adesão, de modo a envolver, inclusive, o público feminino, tendo em vista que muitos homens só procuram ajuda médica quando são estimulados por suas mães, esposas ou filhas”, completou.

A campanha Novembro Azul é uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Urologia e neste ano, adotou o tema “Seja herói da sua saúde”, para trabalhar as ações desenvolvidas em todo o Brasil. Segundo projeção mais recente do Instituto Nacional do Câncer (Inca), subordinado ao Ministério da Saúde (MS), o País registrará, em 2019, 68 mil novos casos de câncer de próstata.

Texto: Ana Carolina Barbosa
Foto: Divulgação

Manaus receberá 4,5 mil turistas em Temporada de Cruzeiros em Dezembro

Mais de 4,5 mil turistas chegarão a Manaus no mês de dezembro, dando continuidade à Temporada de Cruzeiros 2019/2020. A primeira das quatro embarcações previstas é o M/S Volendam, que chega à cidade no próximo domingo, 1º/12, às 9h, com aproximadamente 1,9 mil estrangeiros a bordo, entre passageiros e tripulantes.

Durante toda a temporada, os turistas são recepcionados por equipes da Prefeitura de Manaus, por meio da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), e da Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur), com entrega de guias bilíngues e brindes promocionais.

O M/S Volendam deixará a capital na segunda-feira, 2/12, às 16h, com destino a Parintins, no interior do Amazonas. Em sua primeira vez na cidade, o navio receberá uma placa de boas-vindas para registrar a visita, e deve retornar a Manaus ainda em março de 2020.

Temporada de Cruzeiros

Ainda em dezembro, o M/S Insignia é o próximo da lista, com chegada marcada para o dia 4, às 9h. Depois do Natal, será a vez do M/S Seven Seas Mariner atracar em Manaus, no dia 26, onde ficará por um dia. Por último, o Viking Seas chega à cidade no dia 31 e parte no sábado, 1º/1.

Com programação diversificada, os visitantes conhecem atrativos turísticos do Centro Histórico, como o Teatro Amazonas, Palácio Rio Negro e Museu da Cidade de Manaus, e percorrem outras belezas naturais da região, como o Lago do Janauacá e o Encontro das Águas, além de experimentarem a gastronomia local e participarem de atividades culturais.

A Temporada de Cruzeiros 2019/2020 começou em novembro, e teve como primeiro navio a aportar o M/S Viking Sun, que trouxe mais de 1,3 mil viajantes e ficou por dois dias na cidade. Com encerramento previsto para abril de 2020, a temporada trará a Manaus 12 embarcações no total, em 16 visitas, com mais de 20 mil turistas a bordo.

Texto: Tiago Souza / Manauscult
Fotos: Leonardo Leão / Manauscult

Estudantes de Barreirinha transformam Amazônia em sala de aula e serão representantes do Brasil em conferência na Itália

Dados do Censo Escolar de 2018, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), apontam que 56% das escolas de Ensino Médio não têm laboratório de ciências. A Escola Professora Maria Belém, em Barreirinha (AM) – pequeno município localizado no coração da Amazônia – faz parte dessa estatística. Chamando a atenção para essa realidade, alunos do 3º ano do Ensino Médio pensaram em uma solução simples, porém extremamente criativa: levar a sala de aula para fora dos muros da escola. Era o início do projeto “Amazônia, um laboratório natural“, um dos premiados na 5ª Edição do Desafio Criativos da Escola, de 2019, iniciativa do Instituto Alana.

Com o objetivo de transpor os livros e dinamizar o tempo de estudo, cinco alunos se reuniram com o professor de biologia para propor alternativas para as atividades práticas na escola. Em pouco tempo, os jovens perceberam que tinham à disposição o maior laboratório natural do mundo: a Floresta Amazônica. Depois de se apropriarem dos temas que poderiam ser usados como fonte de estudos, 25 alunos viajaram de barco até a comunidade vizinha de São Francisco do Paraná do Moura. Lá, divididos em grupos, pesquisaram sobre diferentes temas, tais como os tipos de água, os habitat, as florestas primária e secundária, os aspectos das diversas plantas e os tipos de serpentes.

Além de evidenciar a falta de laboratório na escola, o sucesso da experiência transformou a percepção da turma e melhorou significativamente a absorção dos conteúdos de disciplinas como física, química e biologia. Durante todo o projeto, o grupo contou com o apoio do professor, que contribuiu com soluções para as dúvidas que surgiam e, posteriormente, ajudou na organização dos debates. A iniciativa foi multiplicada para outras turmas do “Maria Belém”, que se inspiraram no primeiro teste e passaram a ocupar outros espaços não formais e torná-los extensões das salas de aula.

De Barreirinha para Roma!

Agora, três estudantes e um professor orientador da iniciativa embarcam, em novembro, para Roma, na Itália, com a equipe do Criativos da Escola. Como parte da premiação deste ano, os sete grupos premiados participarão da Conferência Global “Eu Posso” (I Can) – com a presença do Papa Francisco, de artistas e demais lideranças mundiais – onde vão compartilhar suas experiências de protagonismo, empatia, criatividade e trabalho em equipe para outros 2 mil estudantes de todo o mundo. Além da imersão, o grupo ganhará também o valor de R$ 1.500 para o projeto e R$ 500 para o educador.

A novidade desta edição fica por conta da viagem de premiação ser internacional: uma imersão em Roma, na Itália, no final de novembro, irá reunir mais de 2 mil crianças e jovens de países integrantes do movimento Design for Change – do qual o Criativos da Escola faz parte.

“Os sete projetos representarão um movimento de crianças e jovens de todo o Brasil que nos apresentam a beleza e a força de soluções coletivas, inovadoras e solidárias para os desafios de seus territórios e para os problemas que mais os incomodam em suas realidades. Estamos muito felizes em divulgar estas iniciativas que irão mostrar para o mundo não só projetos incríveis, mas também a necessidade de olharmos para as questões abordadas por cada um deles e para os direitos que deveriam ser garantidos para toda a sociedade”, comemora o coordenador do Criativos da Escola, Gabriel Maia Salgado.

Sobre o Instituto Alana

O Instituto Alana é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que aposta em programas que buscam a garantia de condições para a vivência plena da infância. Criado em 1994, é mantido pelos rendimentos de um fundo patrimonial desde 2013. Tem como missão “honrar a criança”.

Foto: divulgação

Terceira Feira Internacional de Vinhos na Amazônica acontecerá nos dias 20 e 21 de agosto

Especialistas em vinhos e renomados sommelières são presenças confirmadas na 3ª edição da Feira Internacional de Vinhos na Amazônia (Fiva). Gabriela Monteleone e Mikaela Paim farão parte da programação técnica da feira junto com Carlos Cabral, Denise Rohnelt, Joachim Schnorr, Dayane Casal, o cardiologista Tales Esper e o consultor esportivo Leonardo Santos. A programação de palestras acontecerá dentro do espaço da Fiva na sala Merlot, agendada para os dias 20 e 21 de agosto das 14h às 18h30, no Centro de Convenções Vasco Vasques (avenida Constantino Nery – Chapada).

A paulistana Mikaela Paim está na área de gastronomia desde 2004, se formou sommelière de vinhos em 2007, e para sua formação em todas bebidas alcoólicas do mundo viajou mais de 30 países. Hoje, com mais de 28 especializações em vinho, é a única brasileira especialista em alcoólicos, água, chá, café e sommelière internacional de charutos. Também faz palestras, consultorias, eventos e empreende em restaurantes em São Paulo e participa de iniciativas em prol do vinho no Brasil, como Enobrasil, Provinho e diretora de Vinhos na Abraselsp.

Outro nome confirmado, Gabriela Monteleone, formada em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi, há 15 anos é sommelière, certificada pela Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-SP). Atuou em casas renomadas em São Paulo como Ici Bistro, Pomodori e GERO (Grupo Fasano). É head sommelier e Wine Director do Grupo D.O.M., cuidando das operações dos restaurantes D.O.M. e Dalva e Dito. É professora na ABS-SP, elabora cartas de vinhos e harmonizações de menus para empresas e para as chefes de cozinha Bel Coelho e Gabriela Barreto.É certificada pelos órgãos franceses Interloire e BIVC como Ambassadrisse Officielle dos vinhos do Vale do Loire (FR).

Carlos Cabral estuda vinho desde 1969. É idealizador e fundador da 1ª Confraria de Vinhos do Brasil – a Sociedade Brasileira dos Amigos do Vinho (1980); membro das Confrarias dos vinhos da Bairrada, Alentejo, Madeira, Periquita (Portugal) e Saint Ubert (Espanha). É autor dos livros “A Presença do Vinho no Brasil”, “Porto: um Vinho e sua Imagem”, “A Mesa e a Diplomacia Brasileira”, “Dicionário Ilustrado do Vinho do Porto”, “Imagens da Diplomacia Brasileira” e “Ferreira, Imagem que Marca”. É consultor de Vinhos da rede Pão de Açúcar Supermercados e ainda tem o projeto de pesquisa do Vinho do Porto no Ciclo da Borracha da Amazônia.

Denise Rohnelt de Araújo é jornalista especialista em gastronomia e turismo, atuando na área gastronômica desde 1997.Gaúcha de Porto Alegre, vive em Roraima há 28 anos, mas está na região amazônica há 41 anos, se dividindo entre os estados do Amazonas, Roraima e, recentemente, Pará. Além do jornalismo, formou-se em cozinha e confeitaria internacional no Instituto Internacional de Artes Culinárias Mausi Sebess, em Buenos Aires, Argentina. Ainda é curadora de eventos gastronômicos como: Feira Rota do SaboRR em Boa Vista, Roraima, e três edições da Feira Internacional de Gastronomia Amazônica – Figa, em Manaus. Foi jurada no reality gastronômico MasterChef Rede BAND de TV.

Palestras

A Fiva vai iniciar sempre às 14h e encerrará às 18h30, na sala Merlot. No dia 20, as palestras serão com o sommelier Joachim Schnorr (AM) com o tema “Técnicas de Degustação”. Às 16h, Gabriela Monteleone falará de “Vinhos naturais: tendência ou contracultura?”. Às 17h, será a vez de Mikaela Paim ministrar “Imersão ao mundo do vinho”.

No segundo dia de feira, as palestras começam com o tema “Drinks com espumantes”, ministrada por Denise Rohnelt. Na sequência, a empresária Dayane Casal, o cardiologista Tales Esper e o consultor esportivo Leonardo Santos farão o workshop “Vinho e Saúde”. A palestra de encerramento será com Carlos Cabral, com o tema “O mercado brasileiro do vinho e o comportamento do consumidor”.

Espaço Gourmet

O participante, além do circuito de degustação com 250 rótulos de vinhos, ilhas de frios e pães inclusos no passaporte da Fiva, vai ter à disposição um espaço gourmet (por adesão) com o restaurante Sabor A Mi, no comando de Luciana Felicori, com serviço a la carte para aqueles visitantes que desejaram compor as harmonizações com vinhos e espumantes.

Empresas relacionadas ao mundo do vinho, música ao vivo, estacionamento amplo com serviço de vallet, espaço totalmente climatizado com conforto para o visitante da feira e localização privilegiada.

Os expositores confirmados são Adega Alentejana, Top Internacional, Zahil Importadora, Freixenet, Vinícola Casa Perini, Decanter, Lídio Carraro, Grand Cru, Cantu Importadora, Obra Prima, Ecovino, Nossa Senhora de Fátima Importadora, Vinícola Famiglia Valduga, Bodegas Wine, Inovini, La Pastina, Oiram, Anima Vi um e Bacozon, além da Amazon Explorers, Vinotage, Santa Cláudia, Novotempo, MRM Sistema, Fabiana Arquitetura, Senac, Amazonastur e o apoio institucional da Abrasel no Amazonas.

O passaporte para um dia custa R$ 149, e R$ 270 para os dois dias. Mais informações podem ser obtidas via e-mails contato@fivaamazon.com e fivaamazonia@gmail.com.

Foto: divulgação