O câncer em 2020: como estamos nessa batalha?

Por Dra. Vivian Antunes

Entre outras tantas coisas, o câncer é um desafio para a humanidade. É temido por quase todos nós (senão todos), é vigorosamente caçado por cientistas ao longo dos séculos, é doloroso para os milhões que dele sofrem e é passível de prevenção em um terço das vezes.

A doença é mesmo um desafio vivo. A história dessa moléstia se entrelaça com a própria história da humanidade, com seu primeiro registro há 4 milhões de anos. Por mais que hoje se saiba mais sobre o câncer do que nunca, e que marcantes avanços sejam reconhecidos, ainda é responsável por 9,6 milhões de mortes todos os anos.

Dados recentes publicados pela American Cancer Society (ACS) documentam uma queda de 2,2% na mortalidade por câncer entre 2016 e 2017. Essa é a maior queda registrada até hoje, e pode ser parcialmente explicada pelos avanços nos cuidados do câncer de pulmão e melanoma nesse período. A mortalidade por câncer subiu até 1991, e desde então teve queda de 29%.

O mundo da ciência está otimista por presenciar o que antes parecia inatingível, como o advento da imunoterapia (tratamento que faz com que o sistema imunológico atue contra o câncer), e que traz maior chance de cura mesmo para pacientes com metástases.

As coisas também têm mudado para aqueles que vivem com a doença, não só pelos melhores desfechos e melhor controle de sintomas, mas sobretudo por assumirem cada vez mais o protagonismo do seu tratamento.

Não existe mais espaço para a medicina que olha exclusivamente para a doença. Entra em ação o trabalho de dar acesso a informações qualificadas para que os pacientes compartilhem decisões que respeitem seus valores. É viver com coerência, na saúde e na doença. É tratar com respeito a doença e o doente.

Esse processo, às vezes citado como “empoderamento” do paciente, vai além da qualificação médica: requer ação dos meios de informação por diferentes mídias, o ativismo e empenho de organizações relacionadas ao tratamento e resultam em uma feliz mudança de paradigmas no tratamento de seres humanos.

A contar para o lado triste da história estão as vidas que poderiam ser salvas com a adequada implementação de estratégias de prevenção e detecção precoce. Por exemplo, cerca de um terço das doenças neoplásicas podem ser prevenidas.

O tabaco ainda é responsável por 22% das mortes por câncer, e evitar a obesidade, manter atividade física e dieta adequadas reduzem consideravelmente o risco de desenvolver diversos tipos de tumores, como o de mama, intestino e próstata.

Ainda no caminho do que podemos evitar está o câncer de colo uterino. O Brasil tem um lamentável e elevadíssimo número de mulheres que sofrem e morrem por essa doença. É importante mencionar o papel da vacinação contra o vírus HPV como um marco na luta contra mortes pelo câncer. A melhor conscientização e educação da população, bem como estratégias de saúde pública, podem reduzir mortes por câncer. Não é otimismo excessivo. É ciência e ação!

Em um país de grandes disparidades, temos também o que chamo de desigualdade do câncer. O acesso aos recursos que trazem maior chance de cura e mais do que dobram o tempo de vida de pacientes não é homogêneo. Felizmente os tratamentos são a cada dia melhores, mas também, proporcionalmente mais caros. Sem falar no desequilíbrio no número de mortes por câncer no mundo, sendo mais frequente nos países em desenvolvimento.

O Dia Mundial do Câncer fortalece o movimento de todos que enxergam o câncer como um desafio a ser combatido para que, um dia, seja uma doença menos temida, menos sofrida, mais compreendida pela ciência e quem sabe, previnida em uma boa parte das vezes, senão em todas elas.

Vivian Castro Antunes de Vasconcelos é médica oncologista clinica do Hospital Vera Cruz, grupo SOnHe e CAISM-UNICAMP. É mestre em ciências na área de Oncologia pela Unicamp. Membro titular da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO) e da Sociedade Europeia de Oncologia (ESMO).

Foto: https://www.worldcancerday.org/pt-br
Portal Vida Amazônica apoia a Campanha Mundial #DiaMundialdoCâncer #EuSouEEuVou

Inpa inaugura ampliação de seu laboratório voltado para a piscicultura

O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) inaugura nesta terça-feira (14), às 9h, a ampliação e reforma do Laboratório de Fisiologia Aplicado à Piscicultura (Lafap), que conta com infraestrutura moderna e adequada para realizar pesquisas em piscicultura, área com perspectiva produtiva e sustentável para a região, e capacitação. A modernização do laboratório faz parte da revitalização do Centro de Aquicultura, localizado no Campus III, Morada do Sol, zona Centro-Sul de Manaus.

A obra no Lafap levou três meses para ser concluída e recebeu investimento
de R$ 169.884,10 do Projeto “Implantação de Unidades Demonstrativas
Agroflorestais na Amazônia (Iudaa)”, patrocinado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). O Iudaa atua nas áreas de piscicultura, coordenado pela pesquisadora Elizabeth Gusmão, e plantios agroflorestais, coordenado pela pesquisadora Rosalee Coelho. A coordenação geral é da titular da Coordenação de Tecnologia Social (Cotes), Denise Gutierrez.

A finalidade do Lafap é realizar pesquisas em aquicultura, nas linhas sobre
nutrição, sanidade e sistema de produção de peixes de cultivo, além de atuar na capacitação de alunos de graduação à pós-graduação (mestrado e doutorado). O laboratório foi implantado em 2002, com uma estrutura simples e espaço limitado, passando por ampliações no decorrer dos anos.

Segundo Gusmão, o Lafap desenvolve pesquisas de ponta na área de
aquicultura, a exemplos dos projetos com a tecnologia de bioflocos, pioneira com espécies nativas (tambaqui e matrinxã) e que contribui com o futuro da aquicultura na região Norte. Os bioflocos são microrganismos ricos em nutrientes que diminuem a quantidade de substâncias tóxicas da água.

“Outras pesquisas que serão beneficiadas com esta infraestrutura são as relacionadas com as questões sanitárias, principalmente novas substâncias para tratamento de doenças, como a acantocefalose que tem diminuído a produção de tambaqui, sendo este um dos maiores obstáculos atualmente enfrentado pelo setor”, disse Gusmão, que também é líder do Grupo de Pesquisa em Aquicultura na Amazônia Ocidental do Inpa.

As duas linhas de pesquisas recebem fomento de projetos financiados pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Banco da Amazônia e Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal e Nível Superior (Capes). O Amazonas é o maior consumidor per capita de peixe do país (33 quilos por ano), porém não é autossuficiente na piscicultura nem para suprir o mercado local.

Pesquisa e capacitação

Segundo Denise Gutierrez, a infraestrutura do Centro de Aquicultura foi modernizada e adaptada para atender as necessidades contemporâneas, com novos equipamentos adquiridos e instalados. “Trata-se de um convênio para execução de projeto voltado não apenas para a pesquisa aplicada, mas também para a capacitação de produtores do interior do Amazonas, o que significa uma resposta efetiva do Inpa para as demandas das populações locais. Nele, pesquisa e capacitação foram perfeitamente articuladas, ficando como exemplo para propostas futuras”, destacou a coordenadora.

Em 2018, também com recurso do projeto Iudaa/Finep (R$ 357.144,47), a Estação de Aquicultura do Inpa ampliou sua infraestrutura com a construção de uma fábrica de ração e uma sala de aula para curso de extensão, além da revitalização do prédio central desta Estação. Como resultados desses investimentos, o Grupo de Pesquisa “Aquicultura na Amazônia Ocidental”, do qual fazem parte os pesquisadores e alunos da Estação, vem contribuindo com a capacitação de profissionais da região Norte, com cursos sobre elaboração de rações e o uso da extrusora, além de minicursos sobre bioflocos e sanidade, ambos oferecidos para toda a sociedade.

“As pesquisas estão sendo realizadas com uma infraestrutura de melhor qualidade, o que podemos garantir que daqui a poucos anos estaremos disponibilizando serviços para as instituições de pesquisa do Norte do país, e os resultados gerados já podem ser utilizados pelo setor produtivo”, ressaltou Gusmão.  Os interessados podem entrar em contato pelo e-mail pgusmao1@yahoo.com.br.

Foto: Vadelira Fernandes/Inpa

Movimento Sunset encerra temporada em Manaus

O Movimento Marujada, do boi-bumbá Caprichoso, promove neste sábado, 30 de novembro, a segunda edição do Movimento Sunset. O evento encerra a temporada de 2019 em Manaus. O formato inovador do evento contempla o exótico pôr-do-sol amazônico e terá como cenário um local diferenciado e inédito – o Píer Murilo Rayol, na Avenida Coronel Teixeira, bairro Ponta Negra, zona oeste da capital. Outra novidade do evento é o Open Bar de cerveja, água e refrigerante.

A segunda edição do Movimento Sunset traz mais novidades: uma ilha de bebidas quentes e quiosques de alimentação rápida, com opções a preços acessíveis ao público.

O levantador de toadas do Boi Caprichoso, David Assayag, estará presente no Movimento Sunset. Prince do Caprichoso, Marujada de Guerra, Canto da Mata, Gilson Matos Diego Brelaz, Paulinho Viana e Zeca Dantas completam o elenco de atrações musicais do Movimento Sunset, além da participação do Corpo de Dança Caprichoso (CDC). Os itens oficiais femininos do Caprichoso, que residem em Manaus, também são presenças Vips confirmadas durante a festa.

Amo oficial do Boi da Francesa, Prince do Caprichoso, aposta num show que vai fazer todo mundo dançar ao som de toadas de sucesso e enfatiza o pioneirismo do Movimento Marujada em inovar e ousar na produção de eventos durante o ano todo na Capital amazonense. “Fecharemos o ano cantando Boi-Bumbá para um  público apaixonado por  toadas, num local que emana energia positiva com um visual incrível”, disse o amo azulado.  

Pela primeira vez, o evento contará com uma atração musical de ritmo diferente. Através de enquete nas redes sociais, o pagode foi o ritmo mais votado e o grupo Pagode dos Amigos é a atração que entra para o line-up do evento.

O Movimento Sunset tem início às 17 horas e os passaportes limitados (kit com camisa e copo temáticos) podem ser adquiridos a R$ 150, à vista e nos cartões, no escritório do Movimento Marujada – 3° andar do prédio da Rádio Rio Mar, Centro – no horário comercial.

SERVIÇO:
MOVIMENTO SUNSET
30.11.19 (Sábado) | de 17h às 00h
Pier Murilo Rayol – Av. Coronel Teixeira – Ponta Negra

Terceira Feira Internacional de Vinhos na Amazônica acontecerá nos dias 20 e 21 de agosto

Especialistas em vinhos e renomados sommelières são presenças confirmadas na 3ª edição da Feira Internacional de Vinhos na Amazônia (Fiva). Gabriela Monteleone e Mikaela Paim farão parte da programação técnica da feira junto com Carlos Cabral, Denise Rohnelt, Joachim Schnorr, Dayane Casal, o cardiologista Tales Esper e o consultor esportivo Leonardo Santos. A programação de palestras acontecerá dentro do espaço da Fiva na sala Merlot, agendada para os dias 20 e 21 de agosto das 14h às 18h30, no Centro de Convenções Vasco Vasques (avenida Constantino Nery – Chapada).

A paulistana Mikaela Paim está na área de gastronomia desde 2004, se formou sommelière de vinhos em 2007, e para sua formação em todas bebidas alcoólicas do mundo viajou mais de 30 países. Hoje, com mais de 28 especializações em vinho, é a única brasileira especialista em alcoólicos, água, chá, café e sommelière internacional de charutos. Também faz palestras, consultorias, eventos e empreende em restaurantes em São Paulo e participa de iniciativas em prol do vinho no Brasil, como Enobrasil, Provinho e diretora de Vinhos na Abraselsp.

Outro nome confirmado, Gabriela Monteleone, formada em Gastronomia pela Universidade Anhembi Morumbi, há 15 anos é sommelière, certificada pela Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-SP). Atuou em casas renomadas em São Paulo como Ici Bistro, Pomodori e GERO (Grupo Fasano). É head sommelier e Wine Director do Grupo D.O.M., cuidando das operações dos restaurantes D.O.M. e Dalva e Dito. É professora na ABS-SP, elabora cartas de vinhos e harmonizações de menus para empresas e para as chefes de cozinha Bel Coelho e Gabriela Barreto.É certificada pelos órgãos franceses Interloire e BIVC como Ambassadrisse Officielle dos vinhos do Vale do Loire (FR).

Carlos Cabral estuda vinho desde 1969. É idealizador e fundador da 1ª Confraria de Vinhos do Brasil – a Sociedade Brasileira dos Amigos do Vinho (1980); membro das Confrarias dos vinhos da Bairrada, Alentejo, Madeira, Periquita (Portugal) e Saint Ubert (Espanha). É autor dos livros “A Presença do Vinho no Brasil”, “Porto: um Vinho e sua Imagem”, “A Mesa e a Diplomacia Brasileira”, “Dicionário Ilustrado do Vinho do Porto”, “Imagens da Diplomacia Brasileira” e “Ferreira, Imagem que Marca”. É consultor de Vinhos da rede Pão de Açúcar Supermercados e ainda tem o projeto de pesquisa do Vinho do Porto no Ciclo da Borracha da Amazônia.

Denise Rohnelt de Araújo é jornalista especialista em gastronomia e turismo, atuando na área gastronômica desde 1997.Gaúcha de Porto Alegre, vive em Roraima há 28 anos, mas está na região amazônica há 41 anos, se dividindo entre os estados do Amazonas, Roraima e, recentemente, Pará. Além do jornalismo, formou-se em cozinha e confeitaria internacional no Instituto Internacional de Artes Culinárias Mausi Sebess, em Buenos Aires, Argentina. Ainda é curadora de eventos gastronômicos como: Feira Rota do SaboRR em Boa Vista, Roraima, e três edições da Feira Internacional de Gastronomia Amazônica – Figa, em Manaus. Foi jurada no reality gastronômico MasterChef Rede BAND de TV.

Palestras

A Fiva vai iniciar sempre às 14h e encerrará às 18h30, na sala Merlot. No dia 20, as palestras serão com o sommelier Joachim Schnorr (AM) com o tema “Técnicas de Degustação”. Às 16h, Gabriela Monteleone falará de “Vinhos naturais: tendência ou contracultura?”. Às 17h, será a vez de Mikaela Paim ministrar “Imersão ao mundo do vinho”.

No segundo dia de feira, as palestras começam com o tema “Drinks com espumantes”, ministrada por Denise Rohnelt. Na sequência, a empresária Dayane Casal, o cardiologista Tales Esper e o consultor esportivo Leonardo Santos farão o workshop “Vinho e Saúde”. A palestra de encerramento será com Carlos Cabral, com o tema “O mercado brasileiro do vinho e o comportamento do consumidor”.

Espaço Gourmet

O participante, além do circuito de degustação com 250 rótulos de vinhos, ilhas de frios e pães inclusos no passaporte da Fiva, vai ter à disposição um espaço gourmet (por adesão) com o restaurante Sabor A Mi, no comando de Luciana Felicori, com serviço a la carte para aqueles visitantes que desejaram compor as harmonizações com vinhos e espumantes.

Empresas relacionadas ao mundo do vinho, música ao vivo, estacionamento amplo com serviço de vallet, espaço totalmente climatizado com conforto para o visitante da feira e localização privilegiada.

Os expositores confirmados são Adega Alentejana, Top Internacional, Zahil Importadora, Freixenet, Vinícola Casa Perini, Decanter, Lídio Carraro, Grand Cru, Cantu Importadora, Obra Prima, Ecovino, Nossa Senhora de Fátima Importadora, Vinícola Famiglia Valduga, Bodegas Wine, Inovini, La Pastina, Oiram, Anima Vi um e Bacozon, além da Amazon Explorers, Vinotage, Santa Cláudia, Novotempo, MRM Sistema, Fabiana Arquitetura, Senac, Amazonastur e o apoio institucional da Abrasel no Amazonas.

O passaporte para um dia custa R$ 149, e R$ 270 para os dois dias. Mais informações podem ser obtidas via e-mails contato@fivaamazon.com e fivaamazonia@gmail.com.

Foto: divulgação

Passo a Paço 2019 traz diversidade de atrações e feira gastronômica

A sexta edição do Festival Passo a Paço, que integra a programação oficial das celebrações dos 350 anos de Manaus, comemorado dia 24 de outubro, acontecerá de 5 a 8 de setembro. Um dos principais acontecimentos culturais da região Norte, o evento vai reunir no Centro Histórico música, artes e gastronomia, com acesso gratuito para a população.

O diretor-presidente da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), Bernardo Monteiro de Paula, pontuou a evolução, a diversidade e a importância do Passo a Paço no processo de ressignificação do centro histórico. “Temos uma edição do Passo a Paço extremamente dedicada à celebração dos 350 anos da cidade de Manaus, porque não poderíamos deixar de entregar algo que fosse à altura da nossa cidade. No momento que vemos tanta intolerância, nós precisamos entregar o amor e o Passo a Paço vem celebrando, mais uma vez, a diversidade, fomentando a cena local, valorizando os trabalhos dos artistas desenvolvidos aqui e somando-se a grandes nomes da música nacional e internacional. O Centro é um lugar democrático”, disse Bernardo.

Atrações

A principal atração deste ano é o rapper, produtor musical e ator americano Thomas DeCarlo Callaway, mais conhecido como CeeLo Green, que se apresenta no primeiro dia do evento, dia 5, no palco da Plataforma Malcher, situada dentro do porto de Manaus, às margens do rio Negro. Com influências do hip hop, funk e R&B, o artista se destaca por seu trabalho no soul, sendo dele o hit mundial “Crazy”, que alcançou a primeira posição em várias paradas de singles em 2016, além de “Cry Baby” e “Forget You”, ambas lançadas em 2010. Seu trabalho mais recente foi em 2015, com o álbum Heart Blanche.

Entre as atrações nacionais, a cena indie desponta com a participação do cantor e DJ Jaloo e da cantora, instrumentalista, atriz e escritora Letrux. Ambos irão se apresentar no novo palco da feira da Banana, juntamente com nomes como Sidney Magal, Roberta Miranda e Diogo Álvaro Ferreira, artisticamente conhecido como Baco Exu do Blues, um dos maiores rappers da música contemporânea. A proposta é promover a mistura dos conceitos de cult e brega.

Ainda dentro do conceito alternativo, a banda Liniker e os Caramelows reforçam a diversidade do Passo a Paço, trazendo ao palco da Plataforma Malcher músicas do soul e black music em composições autorais e que abordam as relações com pessoas e com o mundo. Completam o time de artistas nacionais a funkeira Ludmilla, o rapper Emicida, o cantor Fagner e o sambista Zeca Pagodinho.

Além disso, mais de 30 artistas locais se somarão às atrações nacionais, abrilhantando e dando o toque amazônico ao evento. Eles irão comandar os palcos do Coreto da praça Dom Pedro II, Banana e Plataforma Malcher.

‘Passinho’

Inovando, mais uma vez, e pensando no lazer e segurança de crianças e jovens, o último dia do Passo a Paço 2019, o domingo (8) será totalmente dedicado às famílias. Nesse dia, a programação cultural estará concentrada no palco Arena (estacionamento do Paço da Liberdade) e no Coreto, junto à Feira Gastronômica.

Uma das atrações é o grupo paulista Barbatuques que, além do vocal, utiliza a percussão corporal, sapateado e improvisação, que tornaram o grupo reconhecido e atuante tanto no meio artístico quanto educacional, resultando em espetáculos musicais, álbuns, treinamentos e oficinas que já foram levados a mais de 20 países ao redor do mundo.

Fecha a programação do “Passinho”, a dupla de comediantes do FutParódias, que já tem mais de seis milhões de inscritos em seu canal do YouTube com vídeos de paródias sobre futebol.

Teatro

Considerado referência nacional no teatro de bonecos, o Grupo Giramundo, que tem 50 anos de trajetória, é a proposta que o Festival Passo a Paço traz para este ano. Uma exposição comemorativa será montada no espaço do Museu do Porto, sob a administração da Prefeitura de Manaus, que realizará também a intervenção urbana nas ruas do centro histórico, onde acontece o evento, com bonecos de mais de 4 metros de altura.

Um dos grupos de teatro de bonecos mais premiados em todo o mundo, o Giramundo é uma atração para todos os tipos de públicos: do adulto ao infantil. A cada ano, além de montar um novo espetáculo, o grupo faz uma remontagem. As 950 marionetes, que já encenaram ou ainda encenam as peças do grupo, compõem o maior acervo de coleção privada do Brasil.

Feira Gastronômica

A Prefeitura de Manaus publicou, na edição 4.641 do Diário Oficial do Município (DOM) da última quinta-feira (18) o Edital de Chamamento Público que objetiva a permissão do uso de espaço público para a operação de venda de alimentos durante o Festival Passo a Paço 2019.

Para esta edição, o edital de n° 06/2019, prevê 40 espaços para a venda de alimentos durante o festival, divididos em quatro categorias: Barraca do Chef (até 20 vagas); Novos Chefs (até duas vagas); Food Truck (até 15 vagas) e Futuros Talentos (até três vagas). Os espaços integram a Feira Gastronômica, um dos principais atrativos do festival.

As categorias “Barraca do Chef”, “Novos Chefs” e “Futuros Talentos” são caracterizadas como um espaço temporário montado com estrutura e equipamentos culinários que auxiliarão no preparo e na comercialização das comidas. Já os food trucks, são espaços móveis que transportam e vendem comida, podendo ser furgões ou caminhões de pequeno porte.

Para concorrer ao edital, os interessados deverão protocolizar a proposta, no prazo de sete dias úteis a contar da publicação do edital, no setor de Protocolo da sede da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), localizada na avenida André Araújo, n° 2767, bairro Aleixo, zona Centro-Sul, no horário comercial das 8h às 17h.

Na proposta deverá conter portfólio, que demonstre a experiência e/ou a quantidade de serviços ofertados pelo estabelecimento ou chef, tais como certificados, diploma de graduação em gastronomia, premiações, críticas e outros comprovando as atividades realizadas na área gastronômica, além de documentos solicitados no edital e de ficha de inscrição disponibilizada no link http://dom.manaus.am.gov.br/pdf/2019/julho/DOM%204641%2018.07.2019%20CAD%201.pdf. O edital na íntegra e todos os requisitos necessários também estão disponíveis na página.

Categoria ‘Futuros Talentos’

Destinada às universidades com curso de graduação em andamento de Gastronomia, a categoria visa estimular a formação acadêmica e o incentivo à pesquisa e a profissionalização no mercado de trabalho. Cada instituição convidada pela Manauscult poderá operar uma barraca e comercializar a venda de alimentos que serão elaborados por seus alunos durante o festival.

Valores

Os pratos de comidas comercializados pelos proponentes na Feira Gastronômica, sendo salgados e doces, deverão respeitar o valor mínimo de R$ 5 e o valor máximo de R$ . Os proponentes poderão comercializar, ainda, venda de bebidas, desde que sejam artesanais e originais, como sucos naturais, smoothies, drinques e outros.

Atrações do Passo a Paço 2019

5 de setembro

CeeLo Green

Ludmilla

Jaloo

Roberta Miranda

6 de setembro

Emicida

Fagner

Letrux

Sidney Magal

7 de setembro

Zeca Pagodinho

Liniker e os Caramelows

Baco Exu do Blues

Guto Lima

8 de setembro – Passinho

FutParódias

Barbatuques

Raylla Araújo

Lorenzo Fortes

Marcella Bártholo

Show da Zelda

Gandhicats

Di Bubuia

Atrações Locais

Anne Jezini

Santaella

Coletivo 333

Gramophone

Elisa Maia

Baile da Papaizinha

Manauaras em Extinção

Bumba Meu Rock

Saturno

May Seven

Oblivion

Serginho Queiroz

Dan Stump

Lotus

James Rios

Sinezio Rolim

Mady e Seus Namorados

Antônio Bahia

Lary Go & Strela

Saravá

Catraia Rock

Pororoca Atômica

Raulnei e Renier de Carvalho

Mão pra Riba

Carol Amaral

Fotos: Jéssica Rebello/Arquivo Manauscult 2018

Anvisa aprova terapia combinada para câncer de pulmão

O câncer de pulmão é o segundo tipo mais incidente no Brasil, acaba de ganhar o tratamento combinado, até então inédito no país. A terapia combinada associando quimioterapia, imunoterapia e antiangiogênicos acaba de ser aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e já está disponível na rede privada.

Esse é um dos temas do evento “Tenho Câncer, e agora?”, que será realizado no próximo dia 3 de agosto, em São Paulo. O evento tem inscrições gratuitas e é aberto à população em geral. Para se inscrever basta acessar o site www.tenhocancereagora.com.br ou 0800 – 773-3241 e 11 3721 5317. Um dos palestrantes será o oncologista Dr. William Willian Junior. Ele dirige o departamento de Hematologia e Oncologia do Hospital BP, antiga Beneficência Portuguesa de São Paulo.

O palestrante vai falar exatamente sobre a “terapia alvo, pequenas moléculas, grandes impactos”. O Dr. William, que esteve no maior congresso de oncologia do mundo, realizado em junho deste ano, em Chicago, traz as informações mais recentes sobre o assunto. E adianta que vai apresentar números impressionantes sobre a eficácia da terapia alvo. No caso de um tipo específico de câncer avançado de pulmão, com mutações nos genes EGFR e ALK, por exemplo, antes da terapia alvo, os pacientes viviam entre 10 e 12 meses. Agora vivem entre quatro e cinco anos, segundo os mais recentes estudos apresentados em Chicago.

Essa estratégia de usar novas categorias de medicamentos para bloquear a função do tal motorzinho dentro da célula cancerígena, matando-a e impedindo sua proliferação, tem apresentado resultados animadores em pacientes em estado avançado da doença. “Se o esquema terá o mesmo resultado positivo em pacientes com estados iniciais, ainda não se sabe”, alerta o Dr. William.

O processo de aprendizagem sobre o comportamento das células cancerígenas é contínuo. O palestrante do “Tenho Câncer, e agora?” comenta ainda estudos que mostraram que, dependendo da doença, as células doentes se tornam resistentes à terapia alvo, o que complica ainda mais a busca pela cura ou o esforço para transformar uma doença incurável em doença crônica, portanto, tratável.

SERVIÇO

Tenho Câncer, e agora?

Data: 3 agosto

Horário: 8h às 13h30

Local: Hotel Pullman Vila Olímpia

R. Olimpíadas, 205 – Vila Olímpia, São Paulo – SP

Inscrições gratuitas, vagas limitadas: 0800 – 773-3241 ou 11 -3721-5317

Terceiro Festival Paraense terá concurso de gastronomia nos próximos dias 13 e 14 de abril

Com 40 barracas típicas de comida paraense, acontece nos dias 13 e 14 de abril, a terceira edição do Festival Paraense da Mode On Eventos, às 17h, no espaço Podium Leste, da Arena da Amazônia. Além das atrações musicais que irão animar as duas noites, o festival irá contar com um megaconcurso de gastronomia que irá premiar o melhor prato oferecido aos frequentadores do evento.

De acordo com o gerente de projetos da Mode On Eventos, Carlos Júnior, uma comissão de jornalistas e digital influencers, irá votar nos dois dias do evento para eleger o melhor prato do festival. “Os participantes irão se inscrever e falar com que prato irão concorrer. Nós da organização do evento vamos escolher seis jurados para formarem uma comissão. Serão jornalistas, chefes de cozinha e membros da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel-AM). O prato precisa ter aquela essência do Pará, além, claro, de um sabor marcante”, disse.

Segundo o organizador do evento, que já é consagrado no ramo por promover grandes festivais para toda a família, a exemplo da festa junina Delícias da Roça e Festival de Hamburguer e do Festival Nordestino, entre os critérios avaliativos para o concurso gastronômico estão originalidade, harmonia, apresentação e sabor. “O prato do festival será conhecido na segunda noite do evento (domingo) e este ganhará um belo troféu”, completou ao ressaltar que todos os pratos serão comercializados com valores a partir de R$ 5 até R$ 20.

Outra grande atração esperada é o bazar Mode On que este ano terá mais de 30 stands e lojas com vários produtos que vão desde os artesanatos até a lojas de sandálias, bolsas, roupas, bijouterias, quadros, artigos de decoração, alguns locais e outros produtores vindos do Pará com valores acessíveis. O bazar Mode On é uma das atrações que mais fazem sucesso entre os visitantes.

Para quem pensa em ser expositor , participar do bazar ou quer ter aquele lugar reservado no espaço gastronômico, basta acessar o link https://goo.gl/forms/0AIuUXFYBFFSe6HD2 e garantir seu espaço. Mais informações pelo (92) 3348.8434 ou por e-mailatendimento@modeoneventos.com.br.

E como em todo grande festival não pode faltar música, no palco “Ver-o-Peso”, a animação da festa ficará por conta do Rei do Carimbó Pinduca, DJEmilson Djsound, Wanderley Andrade e Amazon Beach, que irão se apresentar numa superestrutura de som e iluminação, montada no local.

Com público previsto de 30 mil pessoas, este ano o evento terá o preço do ingresso simbólico cobrado ao valor de R$ 8 a meia entrada, tendo como forma de pagamento dinheiro e cartões de crédito e débito, ou comprados pelo site www.modeoneventos.com.br e também nas lojas Via Uno dos principais shoppings de Manaus. Comprando ingressos pelo site você concorre a camisa oficial do evento. Como em todos as edições, parte da renda será revertida em doação ao Pró-Menor Dom Bosco, instituição que promove a evangelização e o atendimento socioassistencial de adolescentes, jovens e famílias necessitadas de assistência social básica.

Entre os parceiros do evento estão, Cervejaria Cerpa, Coca-Cola, Del Valle,  Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Amazonas (Abrasel-AM), Gelo Manaus, FC. Comunicação Visual e Via Uno.

Por fim, no espaço bacuri, destinado à criançada, haverá brinquedos infláveis, pula-pula, touro mecânico, tiro ao alvo, pescaria, piscina de bolinhas, jogos eletrônicos, entre outros.

Foto: Mode On Eventos/divulgação

AmazonFACE lança livro no Inpa sobre riscos das mudanças climáticas para a Floresta Amazônica

O programa AmazonFACE lançará no dia 6 de fevereiro o livro “Floresta em risco – as mudanças climáticas destruirão a Floresta Amazônica?”, de autoria do jornalista norte-americano Daniel Grossman e do pesquisador da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e presidente do comitê científico do programa, David Lapola. O evento acontecerá às 16h, no Paiol da Cultura do Bosque da Ciência do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), que fica na rua Bem-te-vi, s/nº, Petrópolis, zona Sul de Manaus.

O AmazonFACE (Free Air CO2 Enrichiment) é um Programa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) executado pelo Inpa, que busca entender os impactos das mudanças do clima e do aumento de gás carbônico atmosférico sobre a maior floresta tropical do mundo.

De acordo com o Lapola, o livro discute como as mudanças climáticas podem afetar a Floresta Amazônica, tendo o programa AmazonFACE como pano de fundo para abordar o tema através fotos, ilustrações e textos em linguagem não-científica, em português e inglês. O AmazonFACE lançou recentemente um estudo na conceituada revista PNAS (periódico científico editado pela Academia de Ciência dos Estados Unidos) mostrando que uma possível savanização da floresta Amazônica causada por mudanças climáticas impactaria vários diferentes setores da sociedade na região.

“Portanto, o assunto é de interesse do grande público, tanto no Brasil como no exterior, e não apenas uma peça de curiosidade científica. Levar esse assunto para a sociedade, sobretudo a Amazônica, é dever dos cientistas do programa”, explica o ecólogo David Lapola.

As fotos do livro são de autoria do fotógrafo de natureza João M. Rosa, desenhos do ilustrador biológico Rogério Lupo e prefácio pelo jornalista da Folha de S. Paulo, Marcelo Leite.

A obra foi produzida com recursos destinados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e será distribuída gratuitamente aos 100 primeiros participantes que se cadastrarem no endereço https://goo.gl/forms/LlIdpG2MQufP1eio2 para participar do lançamento.

Participarão do lançamento os autores do livro Daniel Grossman, David Lapola e o fotógrafo João Rosa. A abertura contará com uma breve palestra proferida pelos autores sobre o processo de produção do livro. Uma pequena parte do conteúdo do livro vem sendo exibida desde setembro último no próprio Paiol da Cultura com a exposição “Amazônia e Mudanças Climáticas – um futuro em fotos, ilustrações e ciência”, que segue até 10 de fevereiro.

O livro de 64 páginas teve uma primeira tiragem de 500 exemplares e, após o evento, será distribuído para universidades e escolas de ensino médio da região amazônica. A versão e-book do livro estará disponível no site do programa AmazonFACE.

SERVIÇO

Assunto: Lançamento do Livro “Floresta em Risco” de D. Grossman e D. M. Lapola

Data: 06/02/2019 (quarta-feira)

Horário: 16h

Local: Paiol da Cultura do Bosque da Ciência do Inpa. Endereço: rua Bem-Te-Vi, s/nº, Petrópolis, Manaus-AM

Foto: João Marcos Rosa/AmazonFACE

Março Lilás entra para o calendário oficial do Amazonas

Lançada há poucos anos no Brasil, a campanha Março Lilás, alusiva ao combate ao câncer de colo uterino, entrou oficialmente para o calendário do Amazonas e veio para reforçar a importância da realização dos exames de rastreio da doença, segundo a presidente da Liga Amazonense Contra o Câncer (Lacc), enfermeira Marília Muniz. A neoplasia maligna, que é considerada 100% previnível, é o principal tipo de câncer em mulheres no Estado e deve registrar, em 2019, cerca de 840 novos casos, conforme projeção do Instituto Nacional do Câncer (Inca), subordinado ao Ministério da Saúde (MS).

O câncer de colo uterino é causado, em quase 100% dos casos, pelo vírus HPV, cuja transmissão ocorre durante as relações sexuais e, por isso, é considerado uma DST.

No último dia 11 de janeiro, o governo do Estado publicou em seu Diário Oficial (DOE), a lei 4.768, que institui a campanha no âmbito do Amazonas. A publicação foi assinada pelo governador Wilson Lima e outros dois secretários de Estado.

A Lei determina que o movimento seja comemorado anualmente e que tenha como símbolo um laço lilás. “A campanha tem por objetivo sensibilizar a população quanto à prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de colo uterino, orientação a respeito do adequado tratamento, bem como, o encaminhamento para as instituições de saúde públicas especializadas”, diz o texto.

No caso do Amazonas, além da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Estado (FCecon), a população também pode contar com unidades de saúde habilitadas para ofertar parte dos tratamentos assistenciais voltados ao combate ao câncer, como o Hospital Universitário Getúlio Vargas (HUGV), da Ufam, e a Sensumed Oncologia, parceiros no reforço à Política de Atenção Oncológica, lembro Marília Muniz.

“Costumávamos trabalhar, em uma parceria entre ONGs e diversas instituições, a sensibilização da população feminina sobre os exames de prevenção e rastreio dos cânceres de colo uterino e de mama, durante a campanha Outubro Rosa. O movimento acontece há mais de uma década no Estado. Agora, teremos mais uma oportunidade de reforçar a necessidade de realização do exame preventivo (Papanicolau) para mulheres que já iniciaram a vida sexual. Através dele, é possível detectar as lesões pré-cancerosas e combatê-las, antes que elas evoluam para um câncer”, destacou Muniz, que tem mais de 20 anos de experiência na área.

Ela lembra que, além de fazer o exame, é importante que a mulher não deixe de buscar o resultado e de retornar ao seu médico, para a indicação de eventuais tratamentos. “Hoje, o câncer de colo uterino é um dos que mais matam mulheres no Estado. Precisamos mudar essa realidade, aliando informação de qualidade, ações de governo e o apoio da sociedade. Só assim conseguiremos reduzir a mortalidade e o número de casos no Amazonas”, assegurou.

Marília lembra que a Lacc e entidades como a Rede Feminina de Combate ao Câncer e o Centro de Integração Amigas da Mama (Ciam), têm trabalhado campanhas educativas importantes para a região, com alcance, inclusive, de municípios do interior, através de parcerias com as prefeituras. As ações são financiadas por doações da sociedade à Lacc, através do call Center 2101-4900 e do site www.laccam.org.br. “As contribuições também possibilitam a manutenção de inúmeros projetos sociais voltados para pacientes de baixa renda, que lutam contra a doença em Manaus”, concluiu.

Foto: Divulgação

Proponentes tem prazo de trinta dias para retirar projetos do Conexões Culturais

Os proponentes que tiveram suas propostas inabilitadas no Concurso Prêmio Manaus de Conexões Culturais 2018, lançado pela Prefeitura de Manaus, por meio da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), tem até o próximo dia 28 de janeiro para solicitar a retirada de seus projetos da Manauscult.

O resultado final com os contemplados no edital Conexões Culturais 2018 foi divulgado no Diário Oficial do Município (DOM) do dia 27 de dezembro de 2018 e também pode ser consultado no portal Viva Manaus pelo link www.vivamanaus.com/editais. No total, 74 projetos foram selecionados e serão apoiados pela Prefeitura de Manaus. Já os projetos não habilitados podem ser solicitados de volta por seus autores.

Para solicitar seu projeto, o proponente deverá protocolizar um ofício no Protocolo da Manauscult, localizado na avenida André Araújo, 2767, Aleixo, em horário comercial. A solicitação poderá ser atendida de imediato após a confirmação do protocolo. Os documentos que não forem retirados serão incinerados conforme previsto no item 14.12 do edital 006/2018.

Em caso de dúvidas, o proponente poderá entrar em contato através do endereço eletrônico cultura.manauscult@gmail.com ou pelo telefone (92) 3215-2127.

Conexões Culturais

Nesta edição, 462 propostas foram inscritas para concorrer ao edital de Conexões Culturais. Pelo segundo ano consecutivo, a Comissão de Seleção do edital foi composta, em sua maioria, por representantes da sociedade civil
escolhidos pelos próprios agentes culturais.

Este ano, de forma inédita, acatando uma sugestão da Comissão de Seleção, conforme o disposto no edital e no Decreto nº 4.047, houve um remanejamento nos valores do orçamento previsto.

As categorias são divididas em três módulos financeiros, nos valores de R$ 10 mil, R$ 30 mil e R$ 60 mil, com exceção da categoria Ocupação Artística e/ou Cultural em Equipamentos Culturais, dividida em dois módulos de R$ 75 mil e R$ 100 mil.

Foto: Steffanie Schmidt/Manauscult